As ações da Natura (NATU3) fecharam o pregão de sexta-feira cotadas a R$ 32,60, com uma valorização de 3,46%.
Se elas chegarem a R$ 33,21, que seria a primeira resistência (ponto que, se superado, indica a possibilidade de continuidade de movimento de alta da ação), elas têm sustentação para sair da tendência de queda que estão apresentando neste ano.
"E teriam força para exercer um movimento de alta curta, com bom percentual de ganho", diz a analista da Prosper Corretora, Silvia Zanotto.
Acima deste patamar de R$ 33,21, a ação estaria em uma segunda alta de um fundo duplo, figura conhecida na análise gráfica como a da letra W, e poderiam alcançar o valor de R$ 36,20, que é a próxima resistência para os papéis.
O objetivo (momento de realização de lucros para os investidores) do fundo duplo, então, estaria no valor de R$ 39,79. Apesar deste movimento de possível força de alta no curto prazo, neste ano, a tendência principal dos papéis da Natura é de queda.
Elas chegaram a fazer, na quinta-feira, dia 22 de setembro, a nova mínima do ano, no valor por ação de R$ 30,79.
A mínima anterior havia sido alcançada em 8 de agosto, quando as ações atingiram o valor de R$ 31,61. Os suportes (patamares que, se perdidos, apontam para uma chance de queda em sequência) da ação estão em R$ 32 e R$ 31,61.
"Se a ação romper o suporte, ela retoma o movimento de queda", ressalta a analista da Prosper, sobre a tendência para as ações verificada neste ano. Na sexta-feira, o principal indicador da bolsa de valores brasileira, o Ibovespa, fechou o pregão praticamente no zero a zero, com ligeira queda de 0,09%.
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