Ticker Bolsa 1

Ticker Bolsa 2

Cartões

Ações da Redecard disparam com oferta do Itaú

Humberto Domiciano   (hdomiciano@brasileconomico.com.br) | Atualizada às 20h23
07/02/12 16:07


Expectativa é que a operação de compra das ações seja finalizada entre 90 e 120 dias

Expectativa é que a operação de compra das ações seja finalizada entre 90 e 120 dias

Collapse

Comunidade

Partilhe: del.icio.us   Digg   Facebook   TwitThis   Google   Mixx   Technorati  

Neste pregão, as ações da Redecard subiram 10,55%, liderando os ganhos do Ibovespa, enquanto as da Cielo avançaram 4,22%.

A proposta de cancelamento do registro de companhia aberta da Redecard impulsionou os ganhos das ações da empresa, além de gerar rumores sobrer uma nova consolidação no setor de operadoras de cartões.

Os papéis da Redecard (RDCD3) subiram 10,55%, liderando os ganhos do Ibovespa, enquanto os da Cielo avançaram 4,22%.

Para Pedro Galdi, analista da SLW Corretora, o movimento das ações da Redecard ainda pode ter alterações. "Por ser uma boa pagadora de dividendos, pode ser que os acionistas busquem um preço superior aos R$ 35 definidos pelo Itaú", comentou.

O Itaú Unibanco informou nesta manhã que pretende comprar ações da Redecard com a finalidade de cancelar o registro de companhia aberta da empresa.

A expectativa é que a operação de compra das ações seja finalizada entre 90 e 120 dias. O banco terá que desembolsar mais de R$ 11 bilhões na transação.

Como resultado da transação, no mercado restará apenas a Cielo, cujo controle acionário pertence ao Banco do Brasil e ao Bradesco.

Por outro lado, o movimento do Itaú gera especulações sobre um possível fechamento do capital da Cielo.

Na opinião de Felipe Rocha, analista da Omar Camargo Investimentos, ainda não é possível precisar se este seria o movimento mais provável. "Enquanto esse assunto está no campo da especulação, é difícil fazer um prognóstico. O fechamento do capital dependeria de uma estratégia mais apurada dos controladores e de como a saída da Redecard afetaria o setor", ponderou.


Comentários

Ainda não existem comentários. Seja o primeiro a comentar!
Envie o seu comentário

Os comentários enviados serão publicados após aprovação. O Brasil Econômico reserva-se o direito de não publicar comentários considerados como ofensivos ou sem ligação alguma ao artigo em questão

outros jornais da EJESA