Após seguir com o sétimo pregão em alta, os papéis do Banco do Brasil já acumulam ganhos de 4,22% na bolsa brasileira
Comunidade
As ações do Banco do Brasil devem iniciar a semana com um foco claro: atingir a resistência (ponto que, se superado, indica a possibilidade de continuidade de movimento de alta da ação) em R$ 25.
E o objetivo parece não estar muito longe. Os papéis do Banco do Brasil (BBAS3) fecharam o pregão de sexta-feira (13/1) com variação positiva de 0,82%, cotados a R$ 24,66.
Para atingir esse patamar, os papéis precisam subir 1,4% no pregão de hoje, meta que para o analista gráfico da Walpires Corretora, Leandro Martins, deve estar próximo.
"As ações estão subindo mostrando uma recuperação. Acredito que até o meio do ano, elas consigam buscar os R$ 28,50 a R$ 29."
Após seguir com o sétimo pregão em alta, os papéis do Banco do Brasil já acumulam ganhos de 4,22% na bolsa brasileira.
Na contramão, se os papéis caírem, o analista alerta que o suporte (patamar que, se perdido, aponta para uma chance de queda em sequência) e o stop loss são em R$ 23.
Na quinta-feira (12/1), o Banco do Brasil lançou bônus no exterior a 9,25%, em uma operação de US$ 1 bilhão.
Além disso, a instituição financeira anunciou que aplicou R$ 162 milhões para financiar o programa federal Agricultura de Baixo Carbono (ABC) na safra agrícola 2011/2012.
Banco do Brasil ON (BBAS3) - cotações de fechamento (R$)
Comentários
Últimas Notícias
- 18:22
Com 7ª queda consecutiva, Bolsa volta aos 55 mil pontos - 18:07
Em pregão volátil, dólar fecha estável a R$ 2 - 17:54
Grupo Havas se alia à baiana SLA para conquistar o Nordeste - 17:31
Energisa pretende emitir R$ 400 milhões em debêntures - 17:10
Para diretor da Eurocopa, obras no Brasil serão concluídas - 16:49
Mundial tem prejuízo de R$ 4,9 milhões no 1º trimestre - 16:21
No carrinho do ambulante, não há espaço para marcas










BBAS3 sob vários aspectos é uma das melhores ações do índice. A justificativa (ingerência política) alegada por alguns analistas para ser negociada com desconto em relação aos seus pares não se mantém de pé pelos resultados que tem entregado, grau de governança e o retorno aos acionistas seja em termos de proventos ou de valorização do papel ao longo do tempo.
Concordo com o rcpj.