Bolsa destaca ainda que estuda reduzir a tarifa de custódia (de R$ 6,90 por mês) cobrada dos pequenos investidores
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A BM&F Bovespa anunciou nesta quarta-feira (13/7) uma nova política de tarifas cobradas pelos serviços que presta aos investidores.
Na prática, a nova tabela de taxas não deve alterar o montante final desembolsado pelos aplicadores, mas sim corrigir o que a bolsa chama de "desequilíbrio entre a distribuição dos custos de negociação e pós-negociação".
Segundo comunicado enviado ao mercado, a mudança nas tarifas levarão os custos de negociação a representar 30% do total de taxas pagas pelos investidores no segmento de ações (Bovespa) e 40% no caso do segmento de derivativos (BM&F).
Atualmente, os custos de negociação representam, em média, 70% do total. Os 30% restantes ficam por conta da pós-negociação, que compreende serviços como a liquidação e a compensação dos negócios.
Eventuais descontos que certos tipos de investidores (como os de alta frequência) possuem serão mantidos inalterados.
A bolsa afirma que a mudança visa a "elevar a eficiência de seus produtos, ampliar a liquidez de seus mercados e atrair novos participantes domésticos e estrangeiros", bem como facilitar a comparação com outras bolsas.
A nova tabela entrará em vigor em etapas. Para o mercado à vista de ações, começa a valer no dia 26 de agosto e para os derivativos, em 31 de outubro.
A BM&FBovespa destaca ainda que estuda reduzir a tarifa de custódia (de R$ 6,90 por mês) cobrada dos pequenos investidores.
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