Com valorização de 2,19% na véspera, as ações da Cemig romperam a resistência dos R$ 35,20.
As ações da Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais) fecharam o pregão de ontem em R$ 35,37 - alta de 2,19% no dia -, o que significa que elas romperam a resistência (ponto que, se superado, indica a possibilidade de continuidade de movimento de alta da ação) dos R$ 35,20.
Desta forma, elas devem buscar o objetivo de R$ 37, de acordo com o analista técnico da Citi Corretora, Rafael Ribeiro.
Depois de estacionar durante o mês de dezembro, o papel rompeu uma importante resistência, em meados de janeiro, no patamar de R$ 33,60.
Segundo ele, a partir desse valor, ganhou volume para uma tendência de valorização na bolsa.
"Caso o Ibovespa recue e os gestores migrem para papéis mais defensivos, a Cemig pode ser uma boa alternativa em função do momento de alta mais favorável", pondera o analista.
O suporte (patamar que, se perdido, aponta para uma chance de queda em sequência) para os papéis, no entanto, está em R$ 33,60, justamente aquela resistência que ele havia atingido.
De acordo com Ribeiro, o destaque da Cemig é exatamente o de ter subido bastante em um momento em que o Ibovespa apresentou forte valorização, uma vez que os papéis defensivos tendem a ser mais comedidos em seus movimentos de altas e quedas.
O analista explica que, se o Ibovespa tiver uma correção (queda por conta da venda de ativos para realizar lucros), o que se espera porque está "esticado" (por apresentar sucessivas altas), o papel deve continuar em alta.

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