Ações da Gerdau (GGBR4) registraram alta de 3,68%, para R$ 14,35 nesta segunda-feira
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Para banco americano, o setor siderúrgico brasileiro se situa em uma posição relativamente mais defensiva, com a ajuda da desvalorização do real; ação da Gerdau é a melhor opção.
De acordo com o analista do Citigroup Alexander Hacking, as ações do setor siderúrgico brasileiro estão mais atraentes em relação às suas concorrentes do que nos últimos meses.
O motivo: oferecem agora um perfil mais defensivo e usufruem dos benefícios da moeda brasileira mais fraca perante o dólar, o que favorece as exportações.
O perfil defensivo se justifica pelo baixo preço do aço, que está mais próximo do custo de produção do que o minério de ferro ou o cobre, por exemplo.
Soma-se a isso a recente desvalorização do real, que já perdeu 14,41% em relação ao dólar no mês de setembro, e a rentabilidade das exportações, que voltou a ser atrativa.
O Citi estima que, diante dessa mudança de patamar no câmbio (de R$ 1,65 para mais de R$ 1,80), o impacto nos lucros das empresas pode ser de aumento de 38% para Usiminas, 16% para Gerdau e 7% para CSN.
Dentre os ativos do segmento, o banco destaca as ações da Gerdau (GGBR4), que subiram 3,68% nesta segunda-feira (26/9), para R$ 14,35, enquanto o Ibovespa fechou em alta de 0,97%, aos 53.747 pontos.
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