A Spinelli acredita que o resultado do trimestre será um fator para boa performance das ações do Banco do Brasil no curto prazo
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Com a divulgação de crescimento de 24,7% no lucro do primeiro trimestre de 2011 do Banco do Brasil, corretoras acreditam no bom desempenho das ações da instituição.
Mesmo com a boa perspectiva, Mariana Taddeo, analista da Link Investimentos, avalia que o resultado do período foi impactado pelo menor resultado da Previ, plano de previdência dos funcionários do banco em relação ao trimestre anterior. Com isso, foi observada queda na rentabilidade do banco.
"Ainda assim, destacamos a boa redução nas despesas administrativas e de pessoal", pondera Mariana.
Já os analistas do Barclays Capital, Roberto Attuch e Fabio Zagatti, se mostraram satisfeitos com os dados apresentados pela instituição e disseram que a rentabilidade do banco superou as estimativas.
Por outro lado, a Link afirma que por mais uma vez o crescimento do crédito do Banco do Brasil foi fraco, abaixo da média do Sistema Financeiro Nacional (SFN) e do Bradesco.
Apesar disso, a corretora mantém o rating de "market perform" (em linha com o mercado) para o ativo do banco (BBAS3).
Para Daniel Malheiros, analista da Spinelli Corretora, o resultado apresentado pelo banco foi bom.
"As ações da instituição estão sendo negociadas a múltiplos bastante atrativos. O P/L [indicador de retorno do valor investido] projetado para 2011, com base no consenso da Bloomberg, é de 7,3 vezes, abaixo da média do setor de 9,7 vezes", explica o analista.
A Spinelli acredita que o resultado do trimestre será um agente para uma boa performance das ações do Banco do Brasil no curto prazo.
Neste pregão, os papéis ordinários da instituição financeira (BBAS3) subiram 2,03%, cotados a R$ 29,06.
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