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Ações

Crescimento torna atrativos os papéis de construtoras

Brasil Econômico   - Por Alexander Ragir/Bloomberg News
31/05/10 11:40


O índice do setor imobiliário da BM&F Bovespa caiu 12% este ano. Analistas sugerem a compra de ações baratas do setor

O índice do setor imobiliário da BM&F Bovespa caiu 12% este ano. Analistas sugerem a compra de ações baratas do setor

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A Gafisa é negociada no preço mais baixo em 14 meses após as ações terem recuado 24% este ano. Guilherme Rebouças, administrador de recursos do Itaú Unibanco, disse que os papéis estão baratos.

"Houve momentos em que era preciso procurar ações de segunda linha, mas agora é possível comprar qualquer coisa no setor - Gafisa, Cyrela - qualquer uma," disse Rebouças, que ajuda a administrar o equivalente a US$ 10,5 bilhões em ações no Itaú, que só perde em gestão de recursos no mercado local para o Banco do Brasil.

"Todas estão baratas demais e não podem ser ignoradas", acrescentou.

A Gafisa, segunda maior construtora do país em receita, junto com PDG Realty Empreendimentos e Participações, terceira do setor, e MRV Engenharia e Participações podem se valorizar 69% até o fim do ano com o aumento médio de 33% no faturamento, disse o JPMorgan Chase & Co em relatório em 20 de maio.

As perspectivas de que a economia brasileira cresça no ritmo mais forte em 24 anos anulam as preocupações de que o aumento dos juros vai limitar a demanda, disse Eduardo Favrin, diretor de renda variável na unidade brasileira do HSBC Global Asset Management em São Paulo.

O índice do setor imobiliário da BM&FBovespa caiu 12% este ano, puxando o preço médio das empresas que compõem o índice para 10,3 vezes o lucro anunciado. A Gafisa recuou para 13 vezes o lucro reportado, a menor relação desde março de 2009.

Planos de Sam Zell

As empresas do setor de construção podem se beneficiar da decisão do bilionário americano Sam Zell de levantar US$ 500 milhões para investir em companhias do ramo imobiliário brasileiro e da Gávea Investimentos, do ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, de entrar no setor com a compra de uma participação na unidade de construção da Odebrecth.

As ações da PDG Realty caíram 10% desde janeiro e valem 13 vezes o lucro, enquanto as da MRV perderam 17% e tem uma relação preço-lucro em 11,9, segundo dados compilados pela Bloomberg.

Apenas dois dos 16 componentes do índice de construtoras da BM&FBovespa acumulam alta em 2010.

As empresas do setor residencial não estão com o melhor valor no mercado, disse Claudio Andrade, cofundador da Polo Capital Gestão de Fundos.

Os preços das casas continuam a subir no Brasil. O custo médio de um apartamento novo em São Paulo teve alta de 22%, para R$ 2.432,00 o metro quadrado nos primeiros quatro meses do ano e 51% maiores do que no mesmo período do ano passado, segundo um levantamento da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp).


Comentários

Edson Cavenaghi, Malaga Espanha | 08/02/12 14:06
O BRASIL MERECE ESTE CRESCIMENTO, PORQUE O POVO BRASILEIRO É UM POVO SOFRIDO, VIVO NA ESPANHA E MUITOS SAEM DO BRASIL EM BUSCA DE ALGO MELHOR, MAS NAO ENCONTRAM NADA, MUITOS VOLTAM OUTROS NAO CONSEGUEM, AGORA COM ESTE CRESCIMENTO EMERGENTE OS BRASILEIROS CONSEGUEM FAZER ALGO, ERA UMA VERGONHA VC TER QUE SAIR DO SEU PAIS BUSCAR A VIDA LA FORA, SÓ FALTA AGORA OS BANCOS CRIAREM INCENTIVOS
PARA PEQUENAS EMPRESAS E JUROS UM POUCO MAS BAIXOS, TEMOS ESPAÇO PARA TODOS, E TAMBEM MUDAR A POLITICA ONDE UNS SAO MUI RICOS E OUTOS MUI POBRES, TEMOS QUE CONTINUAR A POLITICA ( l u l a ).
E JA TA. TEMOS QUE ACEITAR SIM QUE GRANDES EMPRESARIOS INVESTEM NO BRASIL, ALI TEMOS A MELHOR TERRA A MELHOR MADEIRA OURO DIAMANTE GADO A MELHOR AGRICULTURA TEMOS DE TUDO SO TEMOS QUE SABER ADMINISTRAR PARA SERMOS UM GIGANTE ASSIM COMO É CHAMADO O BRASIL AQUI FORA O GIGANTE EMERGENTE.

UM ABRAÇO A TODOS.


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