Ticker Bolsa 1

Ticker Bolsa 2

Câmbio

Dólar sobe mais de 2% com medo sobre referendo grego

Brasil Econômico   - Por Silvio Cascione/Reuters
01/11/11 18:02


Collapse

Moedas Globais

Cotações de fechamento para venda em 01/11/2011
País Moeda R$ US$
Argentina  Peso  0,4135 4,2377
Canadá  Dólar  1,7240 1,0155
Chile  Peso  0,0036 490,5000
China  Iuan  0,2755 6,3558
Coreia do Sul  Won  0,0016 1.114,0500
União Europeia  Euro  2,3929 1,3669
Estados Unidos  Dólar  1,7506 1,0000
Índia  Rúpia  0,0355 49,2700
Japão  Iene  0,0224 78,2900
México  Peso  0,1287 13,6054
Paraguai  Guarani  0,0004 4.210,000
Reino Unido  Libra  2,7906 1,5941
Uruguai  Peso  0,0919 19,2000
Rússia  Rublo  0,0569 30,8109
Venezuela  Bolivar Forte  0,4081 4,3000
Fontes: Banco Central e Brasil Econômico.
Collapse

Comunidade

Partilhe: del.icio.us   Digg   Facebook   TwitThis   Google   Mixx   Technorati  

O dólar subiu mais de 2%, com a volta do medo de um calote na Grécia após uma polêmica proposta de referendo no país.

A moeda americana fechou a R$ 1,7375 para venda nesta terça-feira (1/11), com valorização de 2,05%.

A alta chegou a ser mais intensa, de 3,55%, a R$ 1,7630, mas perdeu força no final da tarde após sinais de oposição ao referendo grego dentro do Parlamento.

A consulta popular a respeito das medidas mais recentes de ajuda internacional à Grécia foi proposta no fim de segunda-feira (31/10) pelo premiê do país, George Papandreou, surpreendendo líderes de outros países e profissionais de mercado. Pesquisas indicam que a maior parte da população rejeita o acordo, que exige novas medidas de ajuste fiscal em troca do financiamento internacional a Atenas.

Em resposta, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, e a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, agendaram uma reunião extraordinária com Papandreou e outras autoridades europeias na tarde de quarta-feira (2/11), antes da reunião do G20 em Cannes.

O medo dos investidores é de que um eventual calote na Grécia, que depende da ajuda internacional, também provoque o colapso das contas públicas em economias maiores, como a Itália, o que poderia desestabilizar o euro.

Diante da turbulência internacional, a liquidez foi um pouco menor no Brasil, afirmaram participantes do mercado.

"Quem pode adiar o fechamento de um contrato de câmbio muito alto, principalmente no mercado primário, vai adiar por conta da incapacidade de se prever o que vai acontecer mais para a frente", afirmou o tesoureiro do Banco Prosper, Jorge Knauer.

A taxa Ptax, calculada pelo Banco Central e usada como referência para os ajustes de contratos futuros e outros derivativos de câmbio, fechou a R$ 1,7506 para venda, em alta de 3,68% ante segunda-feira.

Na quarta-feira (2/11), o mercado brasileiro permanece fechado por causa do feriado de Finados.

© Thomson Reuters 2011. All rights reserved.


Comentários

Ainda não existem comentários. Seja o primeiro a comentar!
Envie o seu comentário

Os comentários enviados serão publicados após aprovação. O Brasil Econômico reserva-se o direito de não publicar comentários considerados como ofensivos ou sem ligação alguma ao artigo em questão

outros jornais da EJESA