Ticker Bolsa 1

Ticker Bolsa 2

Estados Unidos

Fed segura juros perto de zero, conforme o esperado

Brasil Econômico   (redacao@brasileconomico.com.br) | Atualizado às 16h13
25/01/12 15:52


As tensões nos mercados financeiros globais vão continuar representando riscos para as economias

As tensões nos mercados financeiros globais vão continuar representando riscos para as economias

Collapse

Comunidade

Partilhe: del.icio.us   Digg   Facebook   TwitThis   Google   Mixx   Technorati  

Conforme as expectativas, o Federal Reserve decidiu nesta quarta-feira (25/1) deixar a taxa básica de juros nos EUA entre zero e 0,25% ao ano - menor patamar da história, mantido desde dezembro de 2008.

O colegiado do Fed afirmou que a economia está expandindo "moderadamente", ainda que seja observada uma desaceleração em âmbito global, justificando esse nível de juro básico até meados de 2014.

"Para apoiar o processo de recuperação econômica e garantir a inflação controlada, o Comitê espera manter a política monetária acomodada", destacou o Fed.

A autoridade monetária americana ressaltou ainda que, embora o mercado de trabalho tenha mostrado melhora, a taxa de desemprego permanece elevada.

Já as despesas das famílias continuam avançando, mas os investimentos em negócios enfraqueceram e o setor imobiliário mantém-se debilitado.

Neste sentido, o Fed também decidiu manter o programa pelo qual estende o vencimento médio de suas obrigações, como anunciado em setembro.

O Comitê espera um crescimento econômico modesto nos próximos trimestres e, consequentemente, um recuo gradual na taxa de desemprego. Além disso, destacou que as tensões nos mercados financeiros globais vão continuar representando riscos para as economias. 

Voto contra

A decisão de política monetária não foi unânime. Dos membros que compõem o Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do Fed, apenas Jeffrey M. Lacker foi contra a manutenção dos juros.

Lacker preferiu não definir o período em que as condições econômicas garantirão níveis "excepcionalmente" baixos da taxa de juros. 


Comentários

Ainda não existem comentários. Seja o primeiro a comentar!
Envie o seu comentário

Os comentários enviados serão publicados após aprovação. O Brasil Econômico reserva-se o direito de não publicar comentários considerados como ofensivos ou sem ligação alguma ao artigo em questão

outros jornais da EJESA