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A corretora avalia que, no curto prazo, é baixo o potencial de alta para os papéis da CCR e por essa razão mantém como neutra a classificação para a empresa, com um preço-alvo de R$ 44, segundo relatório assinado pelos analistas Vanessa Ferraz e Luciano Campos.
Com base nos dados divulgados pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR) sobre as estatísticas de tráfego nas rodovias em junho e no segundo trimestre do ano, a HSBC Corretora estima uma projeção de crescimento recorrente de 10% no ano em relação a 2010 no total de veículos da CCR no segundo trimestre, o que indicaria uma elasticidade de 1,4% no Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil.
De acordo com o relatório, a administração da concessionária espera números superiores à projeção da corretora.
A CCR divulgará os resultados do segundo trimestre no dia 10 de agosto. Como riscos negativos, a corretora avalia que estão novas anuições com taxas internas de retorno desfavoráveis ou baixas, volumes de veículos abaixo do esperado ou maior concorrência no mercado primário e secundário.
Já os catalisadores que podem revisar para cima a tese de investimento em relação à CCR estão aquisições no mercado secundário que agreguem valor, adições a contratos de concessão já existentes, prorrogação de prazos e aquisições de novas concessões no mercado primário.
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