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O fraco potencial de alta no curto prazo fez a HSBC Corretora manter a classificação neutra para as ações da concessionária CCR.
Além da falta de um catalisador, a avaliação do relatório da analista Vanessa Ferraz considera que o fluxo de caixa estável e o crescimento orgânico da empresa já estão precificados nos papéis.
Essa avaliação poderia ser alterada caso ocorresse por parte da CCR uma aquisição no mercado secundário que agregasse valor, adições nos contratos de concessões já existentes, prorrogação de prazos e aquisições de novos contratos de concessões.
Como fator de risco, a corretora destaca a possibilidade de um volume de veículos abaixo do esperado, além da atuação da concorrência.
O HSBC também reduziu as estimativas para receita líquida, com ajustes de 2,6% para 2010 e 1,4% para o ano que vem em relação às projeções anteriores, totalizando, respectivamente, R$ 3,429 bilhões e R$ 3,880 bilhões.
Essa alteração está baseada nos resultados alcançados pela concessionária durante o primeiro trimestre do ano e aos volumes na concessão do Rodoanel.
Também foi reduzida a projeção dos resultados financeiros devido ao aumento da dívida. Pelo lado positivo, foi elevada a estimativa de números de tráfego em veículos equivalentes a partir de 2016. Com isso, o preço-alvo foi elevado de R$ 42 para R$ 44.
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