A Klabin, maior fabricante de papel do Brasil, irá construir uma fábrica de celulose com capacidade de 1,3 milhão de toneladas por ano. O objetivo é fornecer matéria-prima para a produção de cartões.
A afirmação foi feita nesta terça-feira (1) pelo diretor-geral da companhia, Reinoldo Poernbacher. O executivo afirmou também que a fábrica, ainda sem data para construção e início das operações, estará localizada no Paraná, onde encontra-se atualmente a maior unidade da empresa, no município de Telêmaco Borba.
"Não iremos mudar o foco. Queremos, com a fábrica, ter uma plataforma competitiva para crescer no segmento de cartões", afirmou o executivo.
Para a construção da unidade, Poernbacher explica que ainda precisam ser plantados de 40 mil a 50 mil hectares de terras, que deverão receber eucaliptos, visto que a fábrica deverá produzir celulose de fibra curta branqueada.
O diretor de operações da Klabin, Paulo Petterle, afirmou que serão o próprio mercado e a situação da economia brasileira os grandes responsáveis por definir a data para o início das operações da fábrica de celulose. "Com câmbio baixo, fica difícil investir em um produto para exportação", disse.
No entanto, ele acrescentou que "a partir de 2014 fazer celulose é algo viável para a Klabin".
Os investimentos na unidade deverão ficar entre US$ 1 bilhão e US$ 1,5 bilhão, e o diretor de operações afirma que a companhia tem uma geração de caixa "vigorosa".
"Existem maneiras criativas [de financiar um projeto]. Mas a grande riqueza da Klabin é possuir florestas próprias", diz Petterle.
O diretor de operações ressalta ainda que existem duas opções em relação à construção da fábrica. "Dependendo das condições econômicas, podemos ter uma nova máquina de papel antes da fábrica, o que tornaria necessária a compra de celulose de terceiros. Mas se optarmos por construir a fábrica antes, podemos consumir parte da celulose internamente e vender o excedente."
Entretanto, o executivo deixa claro que a companhia não irá passar a atuar no segmento de celulose de mercado, e que a venda da matéria-prima seria algo temporário, até que uma nova máquina de produção de papel esteja em operação.
Paulo Petterle afirma que a nova fábrica poderá ter um regime de parcerias para a produção de celulose. No entanto, segundo Reinoldo Poernbacher, diretor-geral da companhia, esta idéia está fora de cogitação.
Uma nova máquina de papel, com capacidade de produção de 400 mil a 500 mil toneladas de cartões, colocaria a Klabin no terceiro lugar em produção deste tipo de embalagem.
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Estamos torcendo para que aconteça esse investimento da kabin, isso mostra a força da nossa regiao no setor papeleiro mundial.
É estremamente gratificante poder ler esta noticia ,como acadêmico de engenharia florestal que irá ser formar em dez/2014, vejo como imensa oportunidade de trabalho aqui mesmo na minha região. Ou seja não precisamos sair para que possamos lograr êxito na vida profissional.Parabêns a Diretoria desta Empresa por esta iniciativa.
Com a construcao da nova fabrica mas opcao de emprego para a regiao !!!! A ditoteria da klabin sabe mesmo como investir parabens para toda a diretoria por mais esse envestimento.
Nos da regiao aqui, esperamos ancioso por mais essa inovacao da klabin.
Com essa fabrica de papel celuse,quanta pessoa nao vao ser beneficida .
E assim vamos crescendo no ramo papeleiro.