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Resultados

Kroton Educacional tem prejuízo de R$ 11,820 milhões no 2º tri

Brasil Econômico   (redacao@brasileconomico.com.br)
12/08/10 12:09


A administração pretende realizar uma revisão estratégica, direcionando seus esforços para um melhor posicionamento comercial

A administração pretende realizar uma revisão estratégica, direcionando seus esforços para um melhor posicionamento comercial

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O Ebitda ficou negativo em R$ 1,322 milhões, mas a receita líquida passou de R$ 88,469 milhões para R$ 156,625 milhões. A maior receita veio do ensino superior (R$ 131,727 milhões).

Os resultados do segundo trimestre foram impactados por R$ 11,7 milhões de despesas não recorrentes (R$ 15,8 milhões no semestre), principalmente relacionadas à aquisição do IUNI e ao projeto de integração. 

A empresa também atribuiu o prejuízo às despesas e custos em greenfields e start-ups, nas unidades de Barreiro, Poços de Caldas, Votorantim, Governador Valadares, Feira de Santana, Marabá e Maceió, no valor de R$ 3,7 milhões no segundo trimestre.

Também impactou negativamente sobre as margens da companhia a má performance em algumas unidades de ensino superior do Pitágoras que possuem cursos com margens brutas negativas.

O menor Ebitda do segmento de educação básica, devido à sazonalidade, considerando que a maior parte das receitas foram registradas no primeiro trimestre, também geraram perdas no resultado de abril-junho deste ano, assim como os Ebitdas ainda negativos do lançamento do novo segmento de atuação da Educação Básica na área pública.

Perspectivas

Dois projetos que entraram em operação em 1º de agosto são prioritários para o sucesso da integração da Kroton e do IUNI: a implantação do novo Modelo Pedagógico para o Ensino Superior e a unificação dos ERPs financeiros e do processo integrado de planejamento e controle.

Ambos os objetivos foram alcançados com êxito, e já a partir do terceiro trimestre serão observados relevantes impactos na qualidade acadêmica, na qualidade da gestão e nas margens operacionais da companhia.

No segundo semestre, a administração irá realizar uma revisão estratégica, direcionando seus esforços para um melhor posicionamento comercial, que incluirá o redesenho do portfólio de cursos, com o objetivo de aprimorar a atração e a retenção de alunos.


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