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Construção

Lucro da Cyrela recua 16,6% e soma R$ 146,8 milhões

Brasil Econômico   (redacao@brasileconomico.com.br)
10/11/11 08:24


As despesas comerciais, relacionadas à área de incorporação imobiliária residencial, atingiram R$ 122 milhões, alta de 17,4% frente a um ano antes

As despesas comerciais, relacionadas à área de incorporação imobiliária residencial, atingiram R$ 122 milhões, alta de 17,4% frente a um ano antes

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Ao final do trimestre, as vendas contratadas alcançaram R$ 1,4 bilhão incluindo parceiros e R$ 1,2 bilhão referentes à participação da Cyrela.

A Cyrela Brazil Realty Empreendimentos e Participações reportou queda de 16,6% no lucro líquido do terceiro trimestre, totalizando R$ 146,8 milhões, contra R$ 176 milhões observados um ano antes.

De acordo com a companhia, o resultado foi menor por não considerar as revisões de custo de construção. 

Se comparado ao segundo trimestre, no entanto, é verificada uma recuperação, tendo em vista o lucro líquido de R$ 96 milhões no período.  

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) avançou 3,2% no terceiro trimestre, para R$ 227 milhões.

A companhia destaca que está "fortemente engajada em um trabalho de redução de despesas". 

No trimestre, as despesas comerciais, relacionadas à área de incorporação imobiliária residencial, atingiram R$ 122 milhões, alta de 17,4% frente ao mesmo período de 2010.

Já a receita líquida somou R$ 1,560 bilhão entre julho e setembro, valor 34,2% superior ao registrado na mesma época de 2010.

Ao final do trimestre, as vendas contratadas alcançaram R$ 1,449 bilhão incluindo parceiros e R$ 1,162 bilhão referentes à participação da Cyrela, o que representa um aumento de 41,3% e de 44%, respectivamente. Foram vendidas 3.699 unidades no período.

Por sua vez, o valor geral de vendas (VGV) de lançamentos alcançou R$ 1,757 bilhão no terceiro trimestre, caracterizando um aumento de 29,2% na base de comparação anual. No trimestre, foram feitos 21 lançamentos, contra 22 no ano passado.

O indicador VSO (vendas sobre oferta) foi de 20,7% entre julho e setembro, frente a 26,2% um ano antes. 


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