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Resultados

Lucro da Dow Chemical atinge US$ 651 milhões no 2º tri

Brasil Econômico   (redacao@brasileconomico.com.br)
03/08/10 08:49


A receita líquida cresceu 20%, para US$ 13,6 bilhões

A receita líquida cresceu 20%, para US$ 13,6 bilhões

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A Dow Chemical informou hoje (3) que seu lucro líquido no segundo trimestre alcançou US$ 651 milhões, revertendo o prejuízo de US$ 344 milhões registrado em igual período do ano passado.

O lucro disponível aos acionistas ficou em US$ 0,50 por ação da companhia, ante prejuízo de US$ 0,47 por ação no segundo trimestre de 2009.

A receita líquida cresceu 20%, para US$ 13,6 bilhões. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) atingiu US$ 1,9 bilhão, um aumento de US$ 327 milhões em relação ao mesmo período do ano anterior.

"Forte crescimento da demanda na América do Norte e Europa, combinado com a continuidade da alta demanda em economias emergentes, proporcionou melhoras na receita em todos os segmentos", afirmou o presidente da companhia, Andrew N. Liveris.

As vendas no setor de eletrônicos e materiais especializados cresceram 19% na comparação com o segundo trimestre de 2009, para US$ 1,4 bilhão. A empresa informou que o maior crescimento da demanda ocorreu na região da Ásia-Pacífico, com crescimento de 25% de volume de vendas do segmento na região.

No setor de infraestrutura as vendas subiram 4%, para US$ 1,3 bilhão, puxadas por vendas de produtos químicos agrícolas. No setor de químicos básicos as vendas cresceram 25%, para US$ 735 milhões.


Comentários

Pedro TRindade Barrêtto, Salvador-Bahia | 21/09/10 20:00
As informações sobre a recuperação da Dow Chemical do Brasil são importantíssimas para alavancar novos investimentos no Brasil, em epecial na Química fina, e na exploração de Salgema na Plataforma continental, principalmente nas Bacias do espírito Santo, Bahia, Sergipe e Alagoas e Amazonia, estimulando a ampliação das unidades fabris existentes que já não atendem a demanda, seja para o Polo Petroquímico de Camaçari, seja para atender a expansão da demanda do produtos químico-agrícolas de 25% em 2009, seja nos produtos de química ásica.
Pedro Trindade Barrêtto MSc Geolgo-Geofísico - UFBA


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