Ticker Bolsa 1

Ticker Bolsa 2

Agronegócio

Lucro da JBS recua 12% e soma R$ 133,5 milhões no 3º tri

Brasil Econômico   (redacao@brasileconomico.com.br)
12/11/10 08:05


O principal destaque no trimestre foi a unidade de carne suína nos Estados Unidos, que apresentou expansão de 4,5%

O principal destaque no trimestre foi a unidade de carne suína nos Estados Unidos, que apresentou expansão de 4,5%

Collapse

Comunidade

Partilhe: del.icio.us   Digg   Facebook   TwitThis   Google   Mixx   Technorati  

A JBS reportou lucro líquido de R$ 133,5 milhões no terceiro trimestre deste ano, valor 11,9% inferior ao ganho de R$ 151,5 milhões apurado no mesmo período do ano passado.

A receita da maior produtora e exportadora de proteína animal do mundo cresceu 67,9% entre julho e setembro, em relação a igual época de 2009, para R$ 14,069 bilhões.

O principal destaque no trimestre foi a unidade de carne suína nos Estados Unidos, que apresentou expansão de 4,5% sobre a receita do trimestre anterior e de 38,1% frente ao terceiro trimestre de 2009.

Por sua vez, a receita da JBS Mercosul registrou uma leve queda de 0,9% sobre o segundo trimestre deste ano, refletindo uma menor disponibilidade de matéria-prima e impactos cambiais nas exportações da companhia, parcialmente compensados por aumento de preços realizados no trimestre.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) somou R$ 1,026 bilhão no terceiro trimestre, o que corresponde uma aumento de 251,7% na comparação anual. A margem Ebitda mais do que dobrou, passando de 3,5% para 7,3%. 

A base de clientes continua crescendo, principalmente no Mercosul, ultrapassando 350 mil globalmente entre julho e setembro, 15,3% acima do trimestre imediatamente anterior.

De acordo com o demonstrativo financeiro da empresa, os números consolidados do trimestre não consideram os resultados da Inalca JBS devido ao questionamento da companhia referente a assuntos pendentes de governança corporativa na Inalca JBS, que é 50% detida pela JBS, e que estão em processo judiciário arquivados na  Câmara de Comércio Internacional (ICC) e na corte da Itália.


Comentários

Ainda não existem comentários. Seja o primeiro a comentar!
Envie o seu comentário

Os comentários enviados serão publicados após aprovação. O Brasil Econômico reserva-se o direito de não publicar comentários considerados como ofensivos ou sem ligação alguma ao artigo em questão

outros jornais da EJESA