A remuneração dos acionistas no semestre somou R$ 2,1 bilhões, equivalentes a 40% do lucro líquido
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O Banco do Brasil (BB) informou nesta segunda-feira (16) que registrou lucro líquido de R$ 2,725 bilhões no segundo trimestre deste ano, valor 16,1% superior ao ganho de R$ 2,345 bilhões apurado um ano antes.
A receita de prestação de serviços (RPS) somou R$ 3,954 bilhões entre abril e junho, o que corresponde a um aumento de 15,1% frente aos R$ 3,436 bilhões obtidos em igual época de 2009.
A provisão para risco de crédito passou de R$ 3,865 bilhões no segundo trimestre de 2009, para R$ 2,525 bilhões no mesmo período deste ano.
Segundo o BB, no trimestre, os índices de inadimplência mantiveram-se abaixo do observado no Sistema Financeiro Nacional (SFN).
As operações vencidas há mais de 90 dias atingiram 2,7% da carteira de crédito, melhora de 40 pontos base no trimestre e de 60 pontos base em relação a junho de 2009, enquanto o SFN registrou índice de inadimplência de 3,7%.
Acumulado
No primeiro semestre, o lucro líquido avançou 26,5%, totalizando R$ 5,076 bilhões, contra R$ 4,014 bilhões verificados na primeira metade de 2009.
A instituição financeira explica que o desempenho é resultado das estratégias negociais adotadas, inclusive as recentes aquisições e parcerias estratégicas estabelecidas.
A receita de prestação de serviços (RPS) atingiu R$ 7,588 bilhões entre janeiro e junho, caracterizando um aumento de 19% face a igual época do ano passado.
A carteira de crédito encerrou o primeiro semestre de 2010 com saldo de R$ 326,5 bilhões, valor 29,3% maior que o apresentado no mesmo período de 2009.
"A expansão da carteira de crédito decorreu do crescimento robusto das concessões de crédito à pessoa física, especialmente crédito consignado e financiamento a veículos, e à pessoa jurídica com destaque para operações de investimentos e capital de giro", esclareceu o banco.
De acordo com o banco, a remuneração dos acionistas no semestre alcançou R$ 2,1 bilhões, equivalentes a 40% do lucro líquido. Foram destinados R$ 1,1 bilhão na forma de juros sobre capital próprio (JCP) e R$ 1 bilhão em dividendos.
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