O Banco do Brasil (BB) obteve lucro líquido de R$ 6,3 bilhões no primeiro semestre de 2011, resultado 23,4% superior ao registrado no mesmo período do ano passado.
Quando considerado apenas o segundo trimestre, o lucro recorrente atingiu R$ 3,2 bilhões, um avanço de 38,8% sobre o mesmo período do ano passado.
A carteira de crédito do banco cresceu 20,2% no semestre, em comparação com o registrado em junho, somando R$ 421,3 bilhões, o que representa 19,6% de participação de mercado.
No segmento de pessoa física, os empréstimos cresceram 21,4%, para R$ 191,2 bilhões. O crédito consignado, que representa 39% do segmento, cresceu 18,4% na mesma base de comparação.
Para empresas, a carteira de crédito apresentou crescimento de 21,4%, registrando saldo de R$ 191,2 bilhões. Para médias e grandes empresas o crescimento atingiu 24,8% em doze meses.
Com isso, as receitas financeiras somaram R$ 47,3 bilhões no semestre, 24,3% acima do obtido no mesmo período do ano anterior.
A inadimplência, considerando atrasos acima de 90 dias, ficou em 2% da carteira de crédito, frente a 2,7% um ano antes.
Nas captações, o avanço foi de 15,4%, somando R$ 584 bilhões. As captações em depósitos aumentaram 15,2%, para R$ 396,2 bilhões.
O BB inaugurou ainda 86 novas agências no semestre, totalizando 5.094 unidades no país.
O banco finalizou o semestre com R$ 904,1 bilhões em ativos, crescimento de 19,6% em doze meses. O retorno sobre o patrimônio líquido do banco atingiu 24,9%.
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