Ticker Bolsa 1

Ticker Bolsa 2

Tecnologia

Lucro líquido da Apple cresce 78% e atinge US$ 3,25 bilhões

Brasil Econômico   (redacao@brasileconomico.com.br)
20/07/10 17:57


Empresa de Steve Jobs quer atingir receita de US$ 18 bilhões no atual trimestre

Empresa de Steve Jobs quer atingir receita de US$ 18 bilhões no atual trimestre

Collapse

Comunidade

Partilhe: del.icio.us   Digg   Facebook   TwitThis   Google   Mixx   Technorati  

A gigante de tecnologia Apple anunciou nesta terça-feira (20) um lucro líquido de US$ 3,25 bilhões (ou US$ 3,51 por ação) entre abril e junho deste ano, ou terceiro trimestre fiscal da companhia.

A cifra representa um aumento de 78% quando comparada ao lucro líquido de US$ 1,83 bilhão ou US$ 2,01 por papel registrado um ano antes.

O resultado está acima das projeções feitas por analistas consultados pela Bloomberg News, que estimavam por um ganho, em média, de US$ 3,11 por ação.

De acordo com a empresa, o bom desempenho foi estimulado pelas vendas do iPad e da última versão do IPhone.

As vendas nos três meses finalizados em junho deste ano aumentaram 61%, em termos anuais, para US$ 15,7 bilhões, superando a estimativa de US$ 14,7 bilhões estipulada pelo mercado.

Em comunicado, a Apple informou que vendeu 8,4 milhões de iPhones entre abril e junho. Além disso, foram vendidos também 3,47 milhões de computadores Mac e 9,41 milhões de iPods.

Mercados

As ações da companhia operam com ganhos nas negociações "after-hours" em Nova York.

Os papéis da empresa registram valorização de 20% no acumulado do ano. Já no pregão desta terça-feira, os ativos da empresa encerraram a sessão com alta de 2,56%, cotados a US$ 251,89 cada.

Perspectivas

Para o atual trimestre, a Apple projeta atingir uma receita líquida de US$ 18 bilhões e ganho por ação de US$ 3,44. Analistas em média projetam vendas de US$ 17 bilhões e lucro de US$ 3,83 por papel.


Comentários

Ainda não existem comentários. Seja o primeiro a comentar!
Envie o seu comentário

Os comentários enviados serão publicados após aprovação. O Brasil Econômico reserva-se o direito de não publicar comentários considerados como ofensivos ou sem ligação alguma ao artigo em questão

outros jornais da EJESA