Eike Batista viu o patrimônio líquido da MMX crescer 257% passando para R$ 2,813 bilhões
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No período de julho a setembro, a MMX, mineradora de Eike Batista, viu o patrimônio líquido crescer 257%, passando para R$ 2,813 bilhões.
No período, a companhia de mineração registrou prejuízo de R$ 243 milhões, ante lucro líquido de R$ 88,5 milhões visto no mesmo período do ano anterior.
Segundo a empresa, o motivo é a variação cambial, que prejudicou o resultado financeiro em virtude do endividamento da empresa em dólares.
"Mesmo com o significativo crescimento em relação a 2010, a produção siderúrgica mundial recuou no terceiro trimestre de 2011 refletindo os efeitos da crise internacional de crédito que atinge principalmente a Europa e afeta negativamente o consumo mundial de bens intensivos em aço", avalia a MMX.
Mesmo assim, no trimestre, houve alta de 20% na venda de minério de ferro que passou de 1,775 milhão de toneladas para 2,112 milhões de toneladas.
No mesmo sentido, a receita bruta cresceu 14%, somando R$ 287,9 milhões. Na contramão, o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) apresentou queda de 31% em R$ 50,2 milhões.
Entre julho a setembro, a empresa obteve licença prévia para a expansão da Unidade Serra Azul, a contratação da empresa de engenharia CNEC WorleyParsons, a compra dos equipamentos de maior prazo de entrega e o contrato para fornecimento de energia com a MPX.
Além disso, a companhia, que faz parte do grupo EBX, protocolou em setembro o EIA/RIMA para expansão da capacidade do Superporto Sudeste para 100 milhões de toneladas ao ano.
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