"A nova companhia nasce sem contingências fiscais, cíveis ou de qualquer outra origem", afirma Pestana
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Uma nova oferta de ações da Globex (dona do Ponto Frio e que detém o capital da Nova Casas Bahia) no mercado - uma reivindicação da família Klein -, não é prioridade para a companhia no atual momento.
"No próximo ano, estaremos focados na integração da empresa", afirma Enéas Pestana, presidente do Grupo Pão de Açúcar.
A Nova Casas Bahia nasce sem contingências e capitalizada, após aporte de R$ 666,5 milhões feitos pelo Grupo Pão de Açúcar - sendo R$ 290 milhões em caixa e R$ 375,5 milhões e, crédito do grupo -, como parte do novo acordo de acionistas, que determinou, entre outros, que a unidade de comércio eletrônico ficará sob o comando da nova empresa e que os imóveis continuarão com a família Klein, que vai alugar por R$ 140 milhões por ano para o Grupo Pão de Açúcar.
"Todas as contingências originadas antes da assinatura do contrato, ficam com a empresa anterior. A nova companhia nasce sem contingências fiscais, cíveis ou de qualquer outra origem", afirma Pestana.
O processo de integração está em andamento, como a centralização de compras, por exemplo.
A Nova Casas Bahia vai prestar, inclusive, consultoria de compras para outras bandeiras do grupo, como os hipermercados Extra.
"Como estamos falando de empresas diferentes, o Extra, em caso de ser beneficiado nas negociações terá de pagar pelo serviço", afirma Pestana.
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