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Fusão

Nova rede de farmácias surge em resposta à Raia Drogasil

Rafael Palmeiras   (rpalmeiras@brasileconomico.com.br)
30/08/11 17:07


Ronaldo Carvalho, da Drogaria São Paulo, já tinha dito que a empresa estava preparando uma reação logo após o acordo entre as concorrentes

Ronaldo Carvalho, da Drogaria São Paulo, já tinha dito que a empresa estava preparando uma reação logo após o acordo entre as concorrentes

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A Drogarias DPSP (fusão entre Drogaria São Paulo e Drogarias Pacheco) ganha vida a menos de um mês após o anúncio de fusão entre as concorrentes Droga Raia e a Drogasil.

O acordo entre Drogaria São Paulo e Pacheco parece ter sido o caminho encontrado pela rede paulista para voltar ao topo do mercado farmacêutico.

Em entrevista ao Brasil Econômico, no dia 29 de julho, o presidente do conselho da Drogaria São Paulo, Ronaldo Carvalho, havia dito que a empresa já estava preparando uma reação logo após o acordo entre as concorrentes. À época, Carvalho admitia que a fusão que resultou na Raia Drogasil "não só vai tirar como vai nos deixar muito longe do primeiro lugar".

Agora, com receita bruta combinada de R$ 4,4 bilhões no acumulado em 12 meses até junho, o grupo DPSP volta ao topo do setor, já que a receita bruta somada da Raia Drogasil no período chega a R$ 4,2 bilhões.

No que diz respeito ao número de unidades, a Raia Drogasil ainda assume o primeiro lugar com mais de 700 unidades, ante as 691 lojas da nova rede.

Além disso, a Raia Drogasil atua em noves estados, quatro a mais do que o grupo resultado da fusão entre a Drogaria São Paulo e Drogarias Pacheco.

Como próximo passo, a Drogaria DPSP deve acessar o mercado de capitais a exemplo da concorrente. "Devemos chegar à bolsa de valores no final do ano que vem", disse Carvalho naquela entrevista.


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