Ticker Bolsa 1

Ticker Bolsa 2

Telecomunicações

Oi reverte prejuízo e lucra R$ 284 milhões no 4º trimestre

Brasil Econômico   (redacao@brasileconomico.com.br)
04/03/11 07:58


O número de clientes em telefonia móvel cresceu 8,8% em 2010, ao passo que a base de linhas fixas em serviço caiu 6%

O número de clientes em telefonia móvel cresceu 8,8% em 2010, ao passo que a base de linhas fixas em serviço caiu 6%

Collapse

Comunidade

Partilhe: del.icio.us   Digg   Facebook   TwitThis   Google   Mixx   Technorati  

A Oi reportou na noite de quinta-feira (3/3) lucro líquido R$ 284 milhões no quarto trimestre de 2010, revertendo o prejuízo de R$ 597 milhões verificado no mesmo período do ano anterior.

No entanto, o ganho líquido da empresa recuou 65,6% no acumulado de 2010, totalizando R$ 1,750 bilhão. 

A receita líquida caiu 3,7% entre outubro e dezembro, em relação a mesma época de 2009, para R$ 7,298 bilhões. No ano, a receita líquida somou R$ 29,479 bilhões, queda de 1,7% frente a 2009.

Dentre os serviços oferecidos pela Oi, a TV por assinatura apresentou o melhor desempenho no ano, com expansão de 17,5% dos usuários.

Por sua vez, o número de clientes em telefonia móvel cresceu 8,8% em 2010, com adições líquidas de 3.190 novos clientes, ao passo que a base de linhas fixas em serviço caiu 6%.

Os acessos à internet banda larga fixa (Oi Velox) somaram 4.354 clientes, acréscimo de 3,4% no ano (143 mil clientes). 

A geração operacional de caixa (Ebitda) cresceu 2,9% no trimestre e 5,4% no ano, atingindo R$ 2,275 bilhões e R$ 10,295 bilhões, respectivamente.   

No ano de 2011, "a estratégia é dar continuidade a este ciclo, explorando as oportunidades de crescimento principalmente em banda larga fixa em todo território nacional, na telefonia móvel e em TV por assinatura, uma importante ferramenta de proteção para o negócio de telefonia fixa", considerou a companhia em seu demonstrativo financeiro.


Comentários

Ainda não existem comentários. Seja o primeiro a comentar!
Envie o seu comentário

Os comentários enviados serão publicados após aprovação. O Brasil Econômico reserva-se o direito de não publicar comentários considerados como ofensivos ou sem ligação alguma ao artigo em questão

outros jornais da EJESA