Ticker Bolsa 1

Ticker Bolsa 2

Combustíveis

Petrobras, Cosan e Odebrecht se unem em prol do etanol

Brasil Econômico   (redacao@brasileconomico.com.br)
12/11/10 21:56


Estudos da PMCC tinham o objetivo da implementação de um único projeto de transporte e armazenagem de etanol

Estudos da PMCC tinham o objetivo da implementação de um único projeto de transporte e armazenagem de etanol

Collapse

Comunidade

Partilhe: del.icio.us   Digg   Facebook   TwitThis   Google   Mixx   Technorati  

A Petrobras assinou um termo de compromisso de associação com Camargo Corrêa, Copersucar, Cosan, Odebrecht e Uniduto para desenvolver um sistema de transporte e armazenagem de etanol.

O acordo "tem o objetivo de estabelecer uma associação, em caráter vinculante e exclusivo, em uma única empresa, na forma de uma sociedade anônima fechada de capital autorizado, da qual todas as empresas serão acionistas, para o desenvolvimento, construção e operação de um sistema logístico multimodal para transporte e armazenagem de líquidos, com ênfase em etanol".

Segundo comunicado divulgado nesta sexta-feira (12/11), o capital social da companhia será, inicialmente, de R$ 100 milhões, composto exclusivamente por ações ordinárias, sem valor nominal.

A divisão se dará da seguinte forma: Copersucar, 20%; Cosan, 20%; Odebrecht Transport Participações (OTP), 20%; Petrobras, 20%; e Camargo Corrêa, 10%, e Uniduto, 10%.

"As partes estudarão o modelo societário e fiscal mais adequado e definirão em 60 dias a forma mais eficiente de associação", finaliza a nota

O projeto é resultado de estudos preliminares conjuntos da PMCC Soluções Logísticas de Etanol (da qual são acionistas a Petrobras e Camargo Correa), Uniduto e OTP, visando à implementação de um único projeto de transporte e armazenagem de etanol.


Comentários

MANOEL MARTINS NETO, CONCEIÇÃO DAS ALAGOAS\TRIÂNGULO MINEIRO | 14/11/10 09:11
Este sistema de logistica consiste em um tipo de "alcoduto" ou um sistema diferenciado de transporte terrestre?


Envie o seu comentário

Os comentários enviados serão publicados após aprovação. O Brasil Econômico reserva-se o direito de não publicar comentários considerados como ofensivos ou sem ligação alguma ao artigo em questão

outros jornais da EJESA