Ticker Bolsa 1

Ticker Bolsa 2

Empresas

Petroleiros rejeitam proposta da Petrobras, negociações seguem

Brasil Econômico   - Por Denise Luna e Eduardo Simões/Reuters
15/10/09 09:34


Collapse

Comunidade

Partilhe: del.icio.us   Digg   Facebook   TwitThis   Google   Mixx   Technorati  

Os petroleiros recusaram a proposta de dissídio feita pela Petrobras e parte da categoria anunciou que fará greve a partir desta quinta-feira (15).

A estatal, por sua vez, informou que seguirá negociando com o sindicato.

A Federação Única dos Petroleiros (FUP), que representa a maior parte da categoria, não aderiu ao movimento, informou a assessoria de imprensa da entidade. A FUP não decretará a greve imediatamente porque considera que o assunto ainda não foi totalmente discutido.

A Petrobras ofereceu reajuste salarial referente ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do período do dissídio (setembro), e um ganho real de 1,5%.

"Sábado vamos fazer uma paralisação de alerta para reivindicar o pagamento do extraturno (dobradinha)", disse a assessoria, referindo-se aos feriados trabalhados durante os turnos. Atualmente, a categoria recebe dobrado apenas no Natal e no Ano Novo.

Os petroleiros representados pelo Sindipetro anunciaram que entrarão em greve na quinta-feira por tempo indeterminado após rejeitarem a proposta da Petrobras.

De acordo com a assessoria do sindicato, refinarias, plataformas, terminais e os edifícios-sede da Petrobras vão aderir ao movimento.

Os lugares que serão afetados são Rio de Janeiro, litoral paulista, São José dos Campos, Pará, Amazonas, Amapá, Sergipe e Alagoas.

A Petrobras informou, por meio de sua assessoria de imprensa, no entanto, que considera a mobilização dos sindicatos "normal e não afeta as atividades da companhia".

"A Petrobras mantém as negociações com os sindicatos a respeito da campanha salarial", disse a empresa.


© Thomson Reuters 2009 All rights reserved.

 


Comentários

Ainda não existem comentários. Seja o primeiro a comentar!
Envie o seu comentário

Os comentários enviados serão publicados após aprovação. O Brasil Econômico reserva-se o direito de não publicar comentários considerados como ofensivos ou sem ligação alguma ao artigo em questão

outros jornais da EJESA