Ticker Bolsa 1

Ticker Bolsa 2

Bancos

PF indicia 22 pessoas após investigação sobre o Panamericano

Brasil Econômico   (redacao@brasileconomico.com.br)
08/02/12 11:46


Outros seis ex-diretores do banco foram indiciados por crime de

Outros seis ex-diretores do banco foram indiciados por crime de "caixa dois"

Collapse

Comunidade

Partilhe: del.icio.us   Digg   Facebook   TwitThis   Google   Mixx   Technorati  

A pedido da PF, a Justiça Federal decretou o bloqueio de mais de R$ 21 milhões em investimentos dos envolvidos

A Polícia Federal informou nesta quarta-feira (8/2) que indiciou, no total, 22 pessoas na investigação que apurou os crimes envolvendo o Banco Panamericano. A investigação foi encerrada na terça-feira (7/2).

O número inclui cinco ex-diretores do banco, três ex-funcionários e o ex-presidente do Grupo Silvio Santos, Luiz Sebastião Sandoval, acusados de formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta, caixa dois e crimes financeiros.

Outros seis ex-diretores do banco, e dois executivos do Grupo Silvio Santos que não eram da diretoria do Panamericano, foram indiciados pela prática dos crimes de gestão fraudulenta e caixa dois, em razão da existência de provas de que teriam sido beneficiados pela subtração de valores da instituição financeira.

Ainda segundo a PF, cinco pessoas foram identificadas como "laranjas", sócios de empresa de fachada, também foram indiciadas pelo crime de formação de quadrilha.

Caso condenados, os indiciados poderão responder, na medida de suas participações, a penas que, somadas, podem chegar a trinta e um anos de reclusão.

A pedido da PF, a Justiça Federal decretou o bloqueio de mais de R$ 21 milhões em investimentos dos envolvidos. Além disso, estão indisponíveis bens móveis e 29 imóveis pertencentes aos indiciados.

Três embarcações que estavam em nome de uma empresa foram bloqueadas. Caberá à Justiça decidir quanto à alienação antecipada de todos os bens.

O inquérito foi instaurado para investigar a existência e a autoria de crimes decorrentes de fraudes contábeis e subtração de valores envolvendo a administração daquela instituição financeira, entre janeiro de 2008 e novembro de 2010. O relatório foi encaminhado para o Ministério Público Federal (MPF).


Comentários

Ainda não existem comentários. Seja o primeiro a comentar!
Envie o seu comentário

Os comentários enviados serão publicados após aprovação. O Brasil Econômico reserva-se o direito de não publicar comentários considerados como ofensivos ou sem ligação alguma ao artigo em questão

outros jornais da EJESA