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A Amilpar aprovou emissão de debêntures para melhorar sua estrutura de dívida da Amil. A terceira emissão de dívida não conversível em ações será distribuída exclusivamente a investidores qualificados.
Conforme informado pela empresa, serão emitidas até 900 mil debêntures, com valor nominal unitário de R$ 1 mil, num total de R$ 900 milhões, em até quatro séries.
Os prazos de vencimento das sérias vão de três a cinco anos da data de emissão.
A remuneração dos papéis de dívida será definida após a coleta de intenções com investidores (o que os bancos chamam de "bookbuilding"), mas a previsão é de que as séries paguem entre DI mais taxa de até 1,4% ao ano (caso da 1a série) a 1,5% acima da NTN-B 2015 (4ª série).
Em relatório, os analistas da Fator Corretora, Iago Whately e Caio Walter, ponderam que a emissão foi a alternativa escolhida pela Amil para rolar a dívida de curto prazo, que já somava mais de R$ 800 milhões, decorrente do empréstimo ponte realizado para suportar a aquisição da Medial.
"Com isso, a Amil deverá conseguir, através da geração de caixa, fazer frente às obrigações legais do setor, o que tira a pressão de curto prazo sobre o caixa da companhia", destacam.
Eles mantiveram a recomendação de manutenção para a ação e preço-alvo de R$ 15,20 para dezembro - inferior à cotação atual, de R$ 16,30.
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