Em dia de agenda fraca, o Ibovespa opera de lado, com ganhos de 0,57%, aos 68.075 pontos, após encerrar com ligeira queda de 0,10% na sexta-feira (16/3).
Segundo Marcio Cardoso, sócio e diretor da Título Corretora, o movimento visto hoje é um reflexo da falta de indicadores externos que pautam o mercado.
"Hoje temos o vencimento de opções sobre ações, o que vai aumentar o volume de negociação, com destaque para os papéis da Petrobras e Vale", ressalta.
Atualmente o volume está em R$ 9,8 bilhões, enquanto na sexta-feira o giro financeiro foi de R$ 6,8 bilhões.
"Vai ser necessário mais informações para o mercado apresentar uma tendência. Informações de mais peso estão previstas na quinta-feira (22/3), por exemplo, com dados como a quantidade de pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos."
Para Cardoso, por enquanto o Ibovespa deve ficar na margem entre 65 a 68 mil pontos. "Vencimentos não têm uma participação que possa influenciar o mercado e ele deve seguir de lado durante todo o dia."
A bolsa brasileira segue a tendência de alta dos Estados Unidos. Por lá, o Dow Jones avança 0,23%, enquanto S&P 500 e Nasdaq sobem 0,66% e 0,99%, respectivamente.
No sentido oposto, na Europa, o mercado fechou em queda. O índice CAC-40, da França, caiu 0,47%; o alemão DAX perdeu 0,05%; e o FTSE 100, de Londres, recuou 0,07%.
Destaques
No ranking das maiores oscilações positivas do pregão estão as ações da Telemar (TNLP3) e Marfrig (MRFG3), com alta de 3,65% e de 3,31%, nesta ordem.
Na outra direção estão os papéis da Duratex (DTEX3), com queda de 3,10%, e PDG (PDGR3), com variação negativa de 2,53%.
Câmbio
No mercado de câmbio, o dólar comercial avança 0,27% ante o real, negociado a R$ 1,806 na compra e R$ 1,808 na venda.








