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Agronegócio

SLC Agrícola reduz prejuízo para R$ 4,3 milhões no trimestre

Brasil Econômico   (redacao@brasileconomico.com.br)
12/08/10 10:31


O balanço do segundo trimestre da SLC foi marcado pela venda de grãos

O balanço do segundo trimestre da SLC foi marcado pela venda de grãos

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A SLC Agrícola reportou prejuízo líquido de R$ 4,3 milhões no segundo trimestre. O resultado foi melhor do que o obtido em igual período de 2009, quando a empresa teve perdas de R$ 5,9 milhões.

A receita líquida ficou estável em R$ 146,8 milhões.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) passou para R$ 23,5 milhões, ante R$ 4,7 milhões registrado um ano antes. Assim, a margem Ebitda, relação entre o Ebitda e a receita líquida, cresceu 12,8 pontos percentuais, para 16%.

De acordo com a empresa, esse crescimento ocorreu por reduções nos custos dos produtos vendidos, sobretudo o custo unitário da soja, que ficou 22,9% menor do que no segundo trimestre de 2009.

No total do semestre, o lucro líquido recuou 7,2% em relação ao registrado nos primeiros seis meses do ano passado. A receita cresceu 4,9%, para R$ 311,4 milhões.

De acordo com a companhia, os resultados foram afetados pela desvalorização do real, impactando a parcela da dívida da empresa atrelada ao dólar.

A SLC também informou que teve resultado líquido negativo de 1,9 milhão em operações com derivativos, o que afetou o balanço.

Segundo a empresa, o próximo trimestre deve ter resultados melhores, em relação a este.

Para o terceiro trimestre, a companhia espera a safra do algodão, que oferece margens melhores do que as vendas de grãos, predominantes no segundo trimestre.

No trimestre, foram faturados 12,9 mil toneladas de milho, aumento de 94,3% em relação à igual período de 2009.

A soja vendida totalizou 149 mil toneladas, alta de 6,9%. Na mesma base de comparação, o preço médio da tonelada do milho caiu 7,7%, para R$ 360, e a tonelada da soja recuou 15,6%, para R$ 540.

Já as vendas de algodão recuaram 3%, para 16,9 mil tonladas, a preço médio de R$ 316 por tonelada, alta de 5,6%.


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