Ticker Bolsa 1

Ticker Bolsa 2

Investimentos

Sócio da Deloitte vê vigor do private equity no Brasil

Conrado Mazzoni   (cmazzoni@brasileconomico.com.br)
09/10/09 20:28


Collapse

Comunidade

Partilhe: del.icio.us   Digg   Facebook   TwitThis   Google   Mixx   Technorati  

Para Ronaldo Fragoso, cada vez mais os fundos estão de olho na América Latina, em especial no Brasil, que deve sentir atividade intensa nos próximos 12 meses.

"Deveremos ter um aumento significativo da atuação desses fundos, tanto os domésticos quanto os internacionais", disse Fragoso em entrevista ao podcast da gestora de recursos Rio Bravo.

Para falar da atratividade do país, o sócio da empresa de auditoria e consultoria Deloitte no Brasil destacou o crescimento do mercado interno brasileiro, a estabilidade da economia e o selo de "grau de investimento" pelas três principais agências de risco.

Para alçar voos maiores, contudo, a indústria de capital empreendedor identifica entraves na carga tributária e nas regras de participação em alguns setores específicos que limitam a participação de capital estrangeiro.

Infraestrutura e governança

De qualquer forma, os projetos de infraestrutura sempre estão no radar dos investimentos. "Mesmo que as margens sejam controladas ou reguladas, é aí onde estarão as maiores oportunidades de desenvolvimento de negócios", explica.

Fragoso pede atenção ao tema de governança corporativa. Para ele, não somente as empresas familiares como as de capital aberto têm espaço para melhorar aspectos de auditoria interna, gestão de riscos e nível de transparência.

"As agências de rating estão considerando dentro do seu componente de avaliação de risco das empresas o processo de gestão de risco. Esse modelo mostra a necessidade de maior maturidade da governança no mercado", conclui.


Comentários

Ainda não existem comentários. Seja o primeiro a comentar!
Envie o seu comentário

Os comentários enviados serão publicados após aprovação. O Brasil Econômico reserva-se o direito de não publicar comentários considerados como ofensivos ou sem ligação alguma ao artigo em questão

outros jornais da EJESA