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Seguros

Sulamérica registra lucro líquido de R$ 93,1 milhões no 2º tri

Brasil Econômico   (redacao@brasileconomico.com.br)
06/08/10 20:24


O vice-presidente corporativo e de relações com investidores da Sulamérica, Arthur Farme d'Amoed Neto

O vice-presidente corporativo e de relações com investidores da Sulamérica, Arthur Farme d'Amoed Neto

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O lucro é 12% superior a igual período de 2009. O resultado foi puxado pelo crescimento das receitas de seguro saúde em grupo e apólices de automóveis.

O faturamento foi de R$ 2 bilhões, avanço de 9% na comparação anual. No semestre, o crescimento foi de 12%, com receitas de R$ 4 bilhões em prêmios de seguros.

A carteira de saúde, que representa 63% do total de receitas, cresceu 16% no período, e a de automóveis 21%.

A Sulamérica tem uma frota de 1,2 milhão de veículos segurados, que respondem por 25% das receitas da companhia.

No semestre, o segmento de automóveis cresceu mais que o mercado: avanço de 19% contra um aumento de 17% do mercado, segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep).

"As vendas de seguro de seguro saúde foi beneficiada pelo aquecimento da economia e a retomada do emprego, além da entrada de novas empresas na nossa base de clientes", diz o vice-presidente corporativo e de relações com investidores da Sulamérica, Arthur Farme d'Amoed Neto.

O maior crescimento de novos clientes é observado entre pequenas e médias empresas (entre 4 a 49 funcionários). Em maio, a Sulamérica comprou a participação de 49,92% que o Banco do Brasil detinha na Brasilsaúde.

Outro destaque da carteira de saúde é avanço dos planos odontológicos, com crescimento de 76% no segundo trimestre na comparação anual.

"Intensificamos o esforço de venda cruzada na nossa base de saúde, composta de 6 milhões clientes, além de criar novos produtos", diz Farme d'Amoed Neto.

O desempenho também foi beneficiado pela queda na sinistralidade - ocorrência de eventos passíveis de indenização - no período.

O índice foi de 76,8% no trimestre, melhora de 1,9 ponto percentual em relação ao mesmo período de 2009. Na carteira de automóveis, a melhora foi maior, com queda de 5,4 pontos percentuais, chegando a 57,9%.

"A queda é resultado de uma política de precificação e aceitação de risco cada vez melhor, que mostra que a companhia não está crescendo a despeito do resultado."


Comentários

Victor, São Paulo | 09/08/10 08:19
Em um país que nao tem saúde pública e a polícia é conivente com o crime vender seguro é vender agua no deserto.


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