A Telefônica contratou o JPMorgan Chase e o Santander como assessores para sua oferta de € 2,55 bilhões (US$ 3,8 bilhões) pela GVT, disseram três pessoas familiarizadas com o negócio.
O Banco Santander poderá também providenciar crédito para a Telefônica, sediada em Madri, disseram essas fontes, que pediram para não ter seus nomes divulgados pelo fato de os detalhes da operação serem confidenciais.
A Telefônica fez em 7 de outubro uma oferta pela compra da operadora de telefonia brasileira, sediada em Curitiba (PR), de R$ 48 por ação, superando a proposta de compra da Vivendi, de R$ 42 por ação.
A proposta da Telefônica pela compra da GVT intensificou as perspectivas de uma guerra de ofertas, que refletiria o aumento da demanda por ativos de mercados emergentes, de crescimento mais acelerado que as economias ocidentais.
A Vivendi disse que está examinando as alternativas, sem informar se vai fazer uma contraproposta pela compra da GVT.
Uma porta-voz da Telefônica preferiu não comentar, no que foi imitada por sua colega do JPMorgan de Londres. Um porta-voz do Santander de Madri não pôde se pronunciar de imediato.
A GVT fornece serviços de telecomunicações com acesso de banda larga à Internet e ligações por Voice over Internet Protocol (VoIP), respondendo por cerca de 11% do mercado nos nove Estados, acrescidos do Distrito Federal, onde opera.
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