A aquisição da Intelig no início deste ano já começará a render frutos para a TIM a partir de 2010.
Com a sinergia das operações, que têm muitas áreas coincidentes, a empresa deverá economizar em média R$ 264 milhões, gradativamente a partir do primeiro trimestre e estendendo-se por 18 meses.
A economia está estimada em 2% da receita líquida. Para se ter uma ideia, o valor total apurado em 2008 ficou pouco acima de R$ 13 bilhões.
No terceiro trimestre deste ano atingiu R$ 3,3 bilhões, 2% menor que em igual período do ano passado.
O presidente da TIM, Luca Luciani, disse que encerra a parte jurídica em relação à fusão até o final de 2008 e depois fará o investimento para a integração técnica e operacional.
A rede herdada está instalada em 18 capitais.
Em relação à oferta de banda larga popular com isenção de ICMS, a TIM se alinhará com as concorrentes para pleitear ao governo federal a isenção do Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel).
"O desafio é o modem como obrigação, o que inviabiliza o negócio do ponto de vista econômico", disse o diretor de marketing da TIM, Rogerio Takayanagi.
Além de reverter o prejuízo de R$ 12 milhões no terceiro trimestre de 2008 e R$ 15 milhões no segundo de 2009, para lucro de R$ 61 milhões no terceiro trimestre/2009, a TIM reduziu a inadimplência em 30,5% na comparação anual e 6% na trimestral, para R$ 100 milhões.
Ficou em 3º lugar no ranking das operadoras, com 39,6 milhões de clientes (27,5% acima de 2008) e investe este ano R$ 2,3 bilhões para melhorar a qualidade da rede - R$ 1 bilhão no quarto trimestre.
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