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Açúcar & Álcool

Turbinada por efeito da Raízen, Cosan lucra R$ 2,29 bi

Brasil Econômico   (redacao@brasileconomico.com.br)
16/08/11 11:15


Além dos melhores preços de açúcar e etanol, ênfase para a alta de 80% nas vendas de etanol, atingindo R$ 643 milhões

Além dos melhores preços de açúcar e etanol, ênfase para a alta de 80% nas vendas de etanol, atingindo R$ 643 milhões

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A Cosan divulgou nesta terça-feira (16/8) um lucro líquido de R$ 2,29 bilhões no primeiro trimestre fiscal de 2012 – abril, maio e junho –, em reflexo da formação da Raízen.

O reconhecimento no balanço dos ativos e passivos, mais investimentos, contribuídos pela Cosan na Raízen permitiu à empresa apurar como receita o ágio na formação da joint venture. Isso contribuiu com R$ 2,2 bilhões para o lucro do trimestre.

Sem o ganho não recorrente, o lucro líquido teria sido R$ 167,5 milhões, ainda acima do resultado no anterior (R$ 400 mil).

Com a Raízen, fruto da fusão dos principais negócios do grupo sucroalcooleiro Cosan e da Shell no Brasil, a receita líquida da empresa passou de R$ 3,99 bilhões no ano anterior para R$ 5,188 bilhões.

Somente o segmento de açúcar e álcool, que passa a se chamar Raízen Energia, apurou receita líquida de R$ 1,63 bilhão, um avanço de 28,6% em relação ao mesmo período no ano passado.

Além dos melhores preços de açúcar e etanol, ênfase para a alta de 80% nas vendas de etanol, atingindo R$ 643 milhões.

No primeiro trimestre fiscal da Cosan, a geração operacional de caixa medida pelo Ebitda (lucro antes juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 3,75 bilhões, ante R$ 475 milhões em igual intervalo em 2010.

Sem o efeito da Raízen, o Ebtida no trimestre alcançou R$ 27 milhões - redução de 44%.

Com a operação unificada Raízen, a dívida líquida da empresa diminuiu em 47%, terminando o trimestre em R$ 2,74 bilhões.


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