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Mineração

Vale ampliará mina de carvão em Moçambique com US$ 2 bi

Nivaldo Souza   (nsouza@brasileconomico.com.br)
27/10/11 12:45


Vale reportou lucro líquido de US$ 7,893 bilhões no terceiro trimestre

Vale reportou lucro líquido de US$ 7,893 bilhões no terceiro trimestre

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Projeto Moatize terá a segunda fase concluída em 2014 pela mineradora, que confirmou ainda que pretende escoar produção pelo Malauí com ferrovia e porto de US$ 4,4 bilhões.

A expansão do projeto de carvão mineral e energético pela Vale foi confirmada na quarta-feira (26/10) no balanço financeiro do terceiro trimestre.

A mineradora reportou que a expansão da mina Moatize, em Moçambique, receberá US$ 2,07 bilhões até o segundo semestre de 2014, quando pretende produzir mais 11 milhões de toneladas do mineral.

O volume dobrará a produção atual da mina no país africano.

"Moatize II vai nos permitir alavancar nossos ricos recursos de carvão em Moçambique", afirma a mineradora no relatório do terceiro trimestre, no qual reportou lucro líquido de US$ 7,893 bilhões - resultado 23,2% inferior ao segundo intervalo fiscal de 2011. Na comparação entre os períodos, a diferença é de R$ 2,382 bilhões para baixo em função do efeito cambial da valorização do dólar ante o real.

A produção moçambicana será escoada pelo vizinho Malauí, país no qual o Conselho de Administração da Vale aprovou o aporte de US$ 4,444 bilhões para a construção do Corredor Nacala.

O veio logístico é formado por canal ferroviário de 912 quilômetros entre Moçambique e Malauí e porto com capacidade para movimentar 18 milhões de toneladas por ano - o potencial do terminal marítimo é estimado em até 30 milhões de toneladas.

A ferrovia terá US$ 3,435 bilhões e o terminal marítimo, US$ 1,009 bilhão. "O início do projeto está previsto para o segundo semestre de 2014", diz a Vale.

O investimento em logística foi acompanhado pela aquisição de 16% de participação na empresa que controla a ferrovia entre os países africanos, a Sociedade de Desenvolvimento do Corredor do Norte SA (SDCN).

A Vale pagou US$ 8 milhões para atingir 67% no capital da companhia. Em setembro de 2010, a brasileira havia comprado 51% da SDCN.


Comentários

Moises Sitoe, Maputo | 01/11/11 10:54
Sou Moises Sitoe, técnico médio em eletrónica e telecomunicações, estou neste momento a estagiar na LAM na área de eletrónica e redes de computadores.
Em primeiro lugar quero paraberizar a empresa pelo suseço no mercado, e agradecer também a escolha do local de implementação, neste caso o Moçambique ,meu país, pois veio reduzir o índice de desemprego.
Em segundo lugar quero aproveitar esta oportunidade para pedir imprego, isto é, candidatar-me a uma vaga na empresa.


JC, Corroios | 11/11/11 11:05
Boa noticia, o corredor de Nacala será uma das infra-estruturas mais importantes do país e do continente Africano nos proximos tempos.


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