A Claro, do bilionário mexicano Carlos Slim, foi a segunda operadora que mais obteve lotes
Comunidade
A Vivo foi a operadora mais agressiva nos leilões promovidos pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para sobras de frequência, com TIM e Claro também vencendo alguns lotes, mas longe do volume de ofertas da maior operadora móvel do país.
De acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o braço de telefonia móvel da espanhola Telefónica no Brasil venceu 23 lotes por uma quantia total de cerca de R$ 1 bilhão.
A Claro, do bilionário mexicano Carlos Slim, foi a segunda operadora que mais obteve lotes, um total de 15, com as ofertas somando ao redor de R$ 174 milhões.
A que menor lotes venceu foi a TIM, ganhando 8 lotes por um montante de cerca de R$ 81 milhões.
Segundo a Anatel, todo o processo de licitação acumulou ofertas de R$ 2,7 bilhões por 60 lotes, incluindo a banda H, cujo leilão ocorreu na terça-feira (14/12).
As frequências licitadas podem ser usadas para dados e voz. O ágio médio dos leilões foi de 30,59%, sendo o maior de 964,4%.
Das quatro maiores operadoras, apenas a Oi não obteve licenças no leilão de sobras, ficando apenas com um lote da banda H, pelo qual ofereceu R$ 1,35 milhão. A mineira CTBC Telecom também ficou com um lote da banda H, com proposta de R$ 30,5 milhões.
A Nextel obteve 11 dos 13 lotes iniciais da banda H, pagando por eles cerca de R$ 1,2 bilhão, e assim consegue capacidade para concorrer com as outras grandes operadoras do país. Somando-se o lote que conseguiu no leilão de sobras, a Nextel desembolsou cerca de R$ 1,4 bilhão.
© Thomson Reuters 2010. All rights reserved.
Comentários
Últimas Notícias
- 14:26
Consumo de energia no Brasil aumenta 5,9% em abril - 14:07
BC vende US$ 562,5 milhões em contratos de swap cambial - 14:00
Capacidade de operação na construção atinge 72% em abril - 13:52
GE investe R$ 500 milhões em Centro de Pesquisas Global - 13:30
Com saída de investidores estrangeiros, Ibovespa recua - 13:17
Avança a concentração no mercado de planos de saúde - 12:58
Comércio eletrônico brasileiro cresce 43% em dois anos









