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<title>Brasil Econômico</title>
<link>http://brasileconomico.ig.com.br/</link>
<description>Noticias em Destaque</description>
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<title>Ata do Fomc, China e IPCA-15 guiarão os investidores</title>
<link>http://brasileconomico.ig.com.br/noticias/ata-do-fomc-china-e-ipca15-guiarao-os-investidores_132182.html</link>
<pubDate>Fri, 17 May 2013 18:15:00 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
<p><a href="http://brasileconomico.ig.com.br/noticias/ata-do-fomc-china-e-ipca15-guiarao-os-investidores_132182.html"><img src="http://brasileconomico.ig.com.br/public/uploads/articles/foto_pagina/bernanke_be_04.jpg" alt="Ata do Fomc, China e IPCA-15 guiarão os investidores" align="left" style='margin:0px 10px 5px 0px' /></a></p>Pela análise gráfica, o Ibovespa pode confirmar nas próximas sessões uma figura técnica que configura uma reversão de tendência.</p><br />
<p>Com uma agenda relativamente fraca de indicadores na pr&oacute;xima semana, um dos destaques para os investidores ser&aacute; a ata do Comit&ecirc; Federal do Mercado Aberto (Fomc, na sigla em ingl&ecirc;s) do Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos, que corresponde ao nosso Copom.</p>
<p>Rumores de que a autoridade pode reduzir os est&iacute;mulos &agrave; economia da regi&atilde;o, por conta de dados que sinalizam a recupera&ccedil;&atilde;o da maior economia do planeta, levaram o d&oacute;lar a uma sequ&ecirc;ncia de quatro altas seguidas frente ao Real, com valoriza&ccedil;&atilde;o acumulada de 1,4%, e novas indica&ccedil;&otilde;es sobre esse poss&iacute;vel movimento ser&atilde;o atentamente aguardadas.</p>
<p>"Pode haver uma realoca&ccedil;&atilde;o de portf&oacute;lio para a renda fixa", diz Maur&iacute;cio Nakahodo, consultor de pesquisas econ&ocirc;micas do Banco de Tokyo-Mitsubishi, sobre as consequ&ecirc;ncias de uma redu&ccedil;&atilde;o de est&iacute;mulos do Fed, que consequentemente indica um in&iacute;cio do ciclo de alta dos juros dos Estados Unidos no m&eacute;dio prazo.</p>
<p>Por outro lado, ressalta Nakahodo, o fim dos est&iacute;mulos representa uma recupera&ccedil;&atilde;o da economia americana, e &eacute; dif&iacute;cil saber qual for&ccedil;a vai preponderar - a migra&ccedil;&atilde;o para ativos que podem render bons ganhos com a eleva&ccedil;&atilde;o dos juros, ou a perman&ecirc;ncia naqueles que poder&atilde;o subir com a retomada no n&iacute;vel da atividade.</p>
<p>Al&eacute;m disso, outro ponto relevante para os agentes no &acirc;mbito dom&eacute;stico vir&aacute; da China, que divulga o PMI industrial preliminar de maio.</p>
<p>"O PMI da China deve ter influ&ecirc;ncia direta sobre a Vale, j&aacute; que o papel foi bastante impactado essa semana ap&oacute;s os &uacute;ltimos dados abaixo das proje&ccedil;&otilde;es", afirma Jo&atilde;o Pedro Brugger, da Leme Investimentos. Ap&oacute;s o gigante asi&aacute;tico informar no in&iacute;cio desta semana que sua produ&ccedil;&atilde;o industrial cresceu 9,3%, ante as expectativas em 9,5%, o papel VALE5 acumulou perdas pr&oacute;ximas de 8% no per&iacute;odo.</p>
<p>Entre as divulga&ccedil;&otilde;es internas, vale apontar o IPCA-15 de maio, que pela previs&atilde;o do consultor do banco nip&ocirc;nico deve desacelerar para 0,45%, frente aos 0,51% de abril.</p>
<p>Nesta quinta (16/5), ap&oacute;s o presidente do BC, Alexandre Tombini, usar o termo "tempestivamente" para falar sobre a atua&ccedil;&atilde;o da autoridade no controle da infla&ccedil;&atilde;o, ganhou for&ccedil;a entre os agentes de mercado a aposta de uma alta de 0,50 ponto percentual no pr&oacute;ximo encontro do Copom, refletida na eleva&ccedil;&atilde;o da curva de juros futuros.</p>
<p>Entretanto, Nakahodo entende que o termo foi erroneamente interprado pelo mercado, ainda que talvez n&atilde;o tenha sido o mais adequado a ser utilizado por Tombini.</p>
<p>Tempestivamente, no dicion&aacute;rio, quer dizer "oportunamente, em devido tempo", mas por se aproximar semanticamente de tempestade, gerou a rea&ccedil;&atilde;o nos juros futuros, nota o consultor do Banco de Tokyo-Mitsubishi, que ainda espera por uma nova alta da Selic na mesma magnitude da anterior, de 0,25 ponto.</p>
<p><strong>An&aacute;lise gr&aacute;fica</strong></p>
<p>O Ibovespa andou de lado na semana que termina nesta sexta-feira (17/5), e fechou sem varia&ccedil;&atilde;o percentual acumulada no per&iacute;odo, at&eacute; porque o &iacute;ndice oscilou dentro de uma estreita banda nos &uacute;ltimos cinco dias, entre 54.326 e 55.531 pontos.</p>
<p>Embora nosso principal &iacute;ndice acion&aacute;rio siga em tend&ecirc;ncia de baixa, o grafista da WinTrade, Igor Graminhani, alerta que ele tem esbo&ccedil;ado uma importante figura bastante conhecida, o "ombro-cabe&ccedil;a-ombro-invertido", ou OCOI.</p>
<p>Essa rara figura, que ocorre uma ou duas vezes ao ano, explica o especialista, indica uma revers&atilde;o na atual tend&ecirc;ncia do &iacute;ndice.</p>
<p>Caso rompa a resist&ecirc;ncia na faixa entre 56.800 e 57 mil pontos, o &iacute;ndice, agora na forma&ccedil;&atilde;o do segundo ombro, deve reverter a tend&ecirc;ncia de queda na qual est&aacute; e buscar o patamar dos 59,5 mil pontos, avalia Graminhani.</p>
<p>Um suporte importante, por outro lado, est&aacute; no n&iacute;vel dos 54.150 pontos.</p>
<p>"Se perder esse patamar, vejo problemas para o Ibovespa, que pode buscar um suporte fort&iacute;ssimo nos 52,5 mil pontos, o fundo mais baixo desde junho do ano passado".</p>
<p>O Ibovespa fechou a semana aos 55.164 pontos.</p>]]></description>
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<title>“Morreu o político que menos falta fará a Argentina”</title>
<link>http://brasileconomico.ig.com.br/noticias/morreu-o-politico-que-menos-falta-fara-a-argentina_132185.html</link>
<pubDate>Fri, 17 May 2013 19:25:00 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
<p><a href="http://brasileconomico.ig.com.br/noticias/morreu-o-politico-que-menos-falta-fara-a-argentina_132185.html"><img src="http://brasileconomico.ig.com.br/public/uploads/articles/foto_pagina/Jorge_Rafael_Videla__06.jpg" alt="“Morreu o político que menos falta fará a Argentina”" align="left" style='margin:0px 10px 5px 0px' /></a></p>Ex-ditador estava condenado a prisão perpétua por ter cometido crimes que ferem os direitos humanos; especialista argentino não economiza nas críticas.</p><br />
<p>A palavra do dia na Argentina foi justi&ccedil;a. Ap&oacute;s a divulga&ccedil;&atilde;o da morte do ex-ditador, Jorge Rafael Videla, a postura dos argentinos beirou a indiferen&ccedil;a, sem comemora&ccedil;&atilde;o ou luto pelo falecimento do homem que comandou o pa&iacute;s entre 1976 e 1981. O l&iacute;der, que estava na pris&atilde;o ap&oacute;s ser condenado &agrave; pris&atilde;o perp&eacute;tua por cometer diversos crimes que ferem os direitos humanos, n&atilde;o deixar&aacute; qualquer sentimento parecido com nostalgia. <br /><br />Segundo o argentino Mario Gaspar Sacchi, professor e cientista pol&iacute;tico da ESPM, a morte de Videla foi classificada como justa por ter morrido depois de terem sido julgados todos os seus delitos.<br /><br />O especialista, por&eacute;m, sugere que esse momento deve estalar nos argentinos a necessidade de manter os direitos proporcionados pela democracia. Entre eles, a liberdade de imprensa, a qual a presidente do pa&iacute;s, Cristina Kirchner, parece estar determinada a extinguir o quanto antes. <br /><br />"Os argentinos t&ecirc;m direito a receber informa&ccedil;&atilde;o da imprensa, merecem o respeito do Estado. Por pior comandante que Cristina, seja, ela est&aacute; muito longe de replicar as atrocidades cometidas por Videla. Morreu o pol&iacute;tico que menos falta far&aacute; a Argentina. Precisamos melhorar muito para afastar qualquer possibilidade que nos coloque em uma ditadura novamente", pontua.<br /><br />O professor da ESPM ainda qualifica o ex-ditador como um homem inescrupuloso e orgulhoso, refor&ccedil;ando que em nenhum dia dos 20 anos que permaneceu entre cadeia e pris&atilde;o domiciliar Videla tenha demonstrado qualquer arrependimento pelo desaparecimento de mais de 30 mil pessoas durante a ditadura militar. <br /><br />Castrista, Videla sempre explicou que seus crimes representavam um combate ao terrorismo, ideal que teria sido transmitido pelo l&iacute;der cubano, Fidel Castro. <br /><br />"A morte dele representa um reconhecimento da democracia. A Argentina &eacute; o pa&iacute;s da Am&eacute;rica Latina onde mais pessoas cumprem penas por crimes relacionados &agrave; ditadura militar. Em 2012, o n&uacute;mero de condenados somava 244."<br /><br />No mesmo sentido, Estela de Carlotto, l&iacute;der das Av&oacute;s da Pra&ccedil;a de Maio, afirmou que se sente tranquila com a morte do ex-presidente, o qual qualifica como desprez&iacute;vel. "N&atilde;o h&aacute; alegria com nenhum falecimento, mas a morte de Videla afasta da face da Terra um genocida desumano que n&atilde;o teve pudor em executar cidad&atilde;os argentinos", diz. "A tristeza fica apenas no fato de ele n&atilde;o poder ter contribu&iacute;do com respostas e informa&ccedil;&otilde;es que poderiam trazer solu&ccedil;&otilde;es para os ditadores", emenda Sacchi.</p>]]></description>
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<media:title ><![CDATA[“Morreu o político que menos falta fará a Argentina”]]></media:title>
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<title>Dólar marca 4ª alta seguida, e fecha a R$ 2,038 na venda</title>
<link>http://brasileconomico.ig.com.br/noticias/dolar-marca-4-alta-seguida-e-fecha-a-r-2038-na-venda_132183.html</link>
<pubDate>Fri, 17 May 2013 18:39:00 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
<p><a href="http://brasileconomico.ig.com.br/noticias/dolar-marca-4-alta-seguida-e-fecha-a-r-2038-na-venda_132183.html"><img src="http://brasileconomico.ig.com.br/public/uploads/articles/foto_pagina/dinheiro_eua_dolar_economia_bb_03.jpg" alt="Dólar marca 4ª alta seguida, e fecha a R$ 2,038 na venda" align="left" style='margin:0px 10px 5px 0px' /></a></p>Sem sinalizações do Banco Central (BC), os agentes entendem que a cotação da moeda tende a alcançar os R$ 2,05 na próxima semana.</p><br />
<p>Com os rumores de que o Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos, pode iniciar a redu&ccedil;&atilde;o dos est&iacute;mulos &agrave; economia da regi&atilde;o, o d&oacute;lar marcou nesta sexta-feira (17/5) sua quarta alta seguida frente ao Real, de 0,50%, a R$ 2,038 para venda, maior patamar desde 22 de janeiro.</p>
<p>Na semana, a divisa subiu 0,70%, e 1,40% se considerarmos apenas a recente sequ&ecirc;ncia de valoriza&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>A queda de 0,75% ocorrida na segunda-feira (13/5) aconteceu ap&oacute;s a not&iacute;cia de que a Petrobras realizou uma bem sucedida emiss&atilde;o externa de portentosos US$ 11 bilh&otilde;es.</p>
<p>Como o Banco Central (BC) deu in&iacute;cio ao ciclo de aperto monet&aacute;rio no m&ecirc;s passado, e h&aacute; um consenso de que uma nova alta ocorrer&aacute; no pr&oacute;ximo dia 29, os agentes do mercado entendem que o c&acirc;mbio deixou de ser um instrumento de controle da infla&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Nas &uacute;ltimas vezes em que a cota&ccedil;&atilde;o da divisa da maior economia do globo bateu em R$ 2,03, a autoridade monet&aacute;ria entrou no mercado com a venda de divisas, para coibir o prosseguimento de aprecia&ccedil;&atilde;o do d&oacute;lar.</p>
<p>O d&oacute;lar mais apreciado que os R$ 2,03, na avalia&ccedil;&atilde;o do governo, prejudica a infla&ccedil;&atilde;o, uma vez que a ind&uacute;stria prefere exportar seus produtos para ganhar com a taxa elevada do d&oacute;lar, a deix&aacute;-los no mercado interno.</p>
<p>Ap&oacute;s dados de emprego melhores que o esperado divulgados semana passada nos Estados Unidos iniciarem os rumores do fim do programa de est&iacute;mulos do Fed, o presidente da autoridade monet&aacute;ria de S&atilde;o Francisco, John Williams, disse ontem que a redu&ccedil;&atilde;o dos est&iacute;mulos pode acontecer no ver&atilde;o do hemisf&eacute;rio norte (junho), com o encerramento completo no final do ano.</p>
<p>Os agentes ir&atilde;o aguardar atentamente a ata do Fomc que ser&aacute; divulgada na pr&oacute;xima quarta-feira (22/5), quando tamb&eacute;m teremos o discurso do presidente da autoridade, Ben Bernanke, que pode sinalizar os pr&oacute;ximos passos de sua pol&iacute;tica monet&aacute;ria.</p>
<p><strong>Juros</strong></p>
<p>A percep&ccedil;&atilde;o de fim dos est&iacute;mulos nos Estados Unidos embute a expectativa de que, no m&eacute;dio prazo, o Fed inicie seu ciclo de aperto monet&aacute;rio, o que tem provocado um aumento das curvas de juros ao redor do globo.</p>
<p>Declara&ccedil;&otilde;es feitas na v&eacute;spera por Alexandre Tombini, presidente do Banco Central (BC), j&aacute; favoreceram a expressiva abertura da curva na v&eacute;spera.</p>
<p>A autoridade utilizou o termo "tempestivamente" para falar sobre sua atua&ccedil;&atilde;o no controle da infla&ccedil;&atilde;o, e os agentes passaram a apostar em uma alta de 0,50 ponto percentual no pr&oacute;ximo encontro do Copom, entre os dias 28 e 29 de maio.</p>
<p>No entanto, a curva, que subiu forte hoje a tarde, fechou com uma alta bem menos intensa.</p>
<p>Economistas destacaram que, embora o termo usado por Tombini se aproxime semanticamente de tempestade, que embute uma atua&ccedil;&atilde;o agressiva, o termo quer dizer "a seu tempo", e por isso n&atilde;o deveria ter causado uma abertura t&atilde;o forte da curva.</p>]]></description>
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<media:title ><![CDATA[Dólar marca 4ª alta seguida, e fecha a R$ 2,038 na venda]]></media:title>
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<title>Fitch reduz ratings da OGX após compra de blocos</title>
<link>http://brasileconomico.ig.com.br/noticias/fitch-reduz-ratings-da-ogx-apos-compra-de-blocos_132180.html</link>
<pubDate>Fri, 17 May 2013 17:03:00 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
<p><a href="http://brasileconomico.ig.com.br/noticias/fitch-reduz-ratings-da-ogx-apos-compra-de-blocos_132180.html"><img src="http://brasileconomico.ig.com.br/public/uploads/articles/foto_pagina/trabalho_petroleo_plataforma_empresa_ogx_site_01.jpg" alt="Fitch reduz ratings da OGX após compra de blocos" align="left" style='margin:0px 10px 5px 0px' /></a></p>A agência de classificação de risco colocou ainda a classificação da companhia em perspectiva negativa.</p><br />
<p>A ag&ecirc;ncia de classifica&ccedil;&atilde;o de risco Fitch rebaixou o rating da d&iacute;vida em moeda estrangeira e local da OGX de B, para B-.</p>
<p>O rebaixamento reflete as preocupa&ccedil;&otilde;es da Fitch em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; liquidez da companhia, devido &agrave; sua agressiva aquisi&ccedil;&atilde;o de 13 blocos explorat&oacute;rios.</p>
<p>A compra foi feita em meio a um per&iacute;odo em que a companhia est&aacute; implementando um ambicioso programa de investimentos e vem lutando para que a produ&ccedil;&atilde;o de petr&oacute;leo e g&aacute;s entre em opera&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>A aquisi&ccedil;&atilde;o dos blocos explorat&oacute;rios est&aacute; avaliada em aproximadamente US$ 190 milh&otilde;es e dever&aacute; ser paga antecipadamente nos pr&oacute;ximos meses.</p>
<p><strong>Hist&oacute;rico</strong></p>
<p>A OGX continua enfrentando desafios operacionais. Em abril, todos os seus tr&ecirc;s po&ccedil;os de produ&ccedil;&atilde;o foram paralisados devido a problemas t&eacute;cnicos.</p>
<p>No final de mar&ccedil;o, a OGX registrava US$ 4 bilh&otilde;es de d&iacute;vida total e apenas US$ 1 bilh&atilde;o de caixa e aplica&ccedil;&otilde;es financeiras.</p>
<p>A Fitch acredita que h&aacute; alta probabilidade de a OGX precisar exercer a op&ccedil;&atilde;o de venda de a&ccedil;&otilde;es ao valor de US$ 1 bilh&atilde;o, contra seu acionista controlador ainda neste ano para financiar parte de seu fluxo de caixa negativo.</p>
<p>A recente decis&atilde;o de vender 40% de sua participa&ccedil;&atilde;o nos blocos de Tubar&atilde;o Martelo para a Petronas &eacute; positiva, embora n&atilde;o seja suficiente para solucionar todas as necessidades de recursos da companhia.</p>
<p>Mediante aprova&ccedil;&atilde;o do &oacute;rg&atilde;o regulador para essa transa&ccedil;&atilde;o, provavelmente durante o segundo semestre, a OGX dever&aacute; receber US$ 250 milh&otilde;es.</p>
<p>Os outros US$ 500 milh&otilde;es seriam recebidos somente ap&oacute;s o in&iacute;cio da produ&ccedil;&atilde;o de petr&oacute;leo, o que est&aacute; previsto para ocorrer no primeiro trimestre de 2014.</p>]]></description>
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<media:title ><![CDATA[Fitch reduz ratings da OGX após compra de blocos]]></media:title>
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<title>'Gatsby’ chega a Cannes sob críticas, mas agradou nos EUA</title>
<link>http://brasileconomico.ig.com.br/noticias/gatsby-chega-a-cannes-sob-criticas-mas-agradou-nos-eua_132179.html</link>
<pubDate>Fri, 17 May 2013 17:50:00 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
<p><a href="http://brasileconomico.ig.com.br/noticias/gatsby-chega-a-cannes-sob-criticas-mas-agradou-nos-eua_132179.html"><img src="http://brasileconomico.ig.com.br/public/uploads/articles/foto_pagina/grande_gastsby_05.jpg" alt="'Gatsby’ chega a Cannes sob críticas, mas agradou nos EUA" align="left" style='margin:0px 10px 5px 0px' /></a></p>Quinta versão para telas do romance de Scott Fitzgeralg leva tecnologia 3D para o festival europeu</p><br />
<p>Or&ccedil;ado em R$ 150 milh&otilde;es, o longa "O Grande Gatsby" conta a hist&oacute;ria do aspirante a escritor Nick Carraway (Tobey Maguire), que chega &agrave; Nova York em 1922, em meio &agrave; uma era de falta de moral, do &aacute;pice do jazz, dos reis beberr&otilde;es e de a&ccedil;&otilde;es exorbitantes.</p>
<p>Perseguindo o sonho americano, Nick acaba vizinho de um misterioso e festeiro milion&aacute;rio, Jay Gatsby (Leonardo DiCaprio), al&eacute;m de conhecer sua prima Daisy (Carey Mulligan). &Eacute; assim que Nick &eacute; atra&iacute;do para o mundo cativante dos super-ricos, cheio de ilus&otilde;es, amores e decep&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>Ao mesmo tempo, ele escreve um conto de um amor imposs&iacute;vel, sonhos puros e muita trag&eacute;dia, criando um reflexo das lutas e dos tempos modernos.</p>
<p>Outro filme cotado para levar a Palma de Ouro &eacute; o "Inside Llewyn Davis", dos irm&atilde;os Ethan e Joel Coen. No longa, os diretores voltam a abordar a m&uacute;sica, mas desta vez, retratam os anos de 1960, &eacute;poca em que despontou o fen&ocirc;meno folk biografado.</p>
<p>No elenco, est&atilde;o Carey Mulligan e Justin Timberlake, que contam a hist&oacute;ria de um compositor fict&iacute;cio. Justin, que interpreta Jim Barkey, anunciou parceria com Marcus Mumford, o vocalista de Mumford &amp; Sons, para a trilha sonora do filme, que &eacute; um dos destaques do longa.</p>
<p>Os irm&atilde;os est&atilde;o entre os favoritos, pois j&aacute; s&atilde;o conhecidos por filmes de prest&iacute;gio, como "Fargo" (1996) e "Onde os Francos n&atilde;o t&ecirc;m vez" (2007). Dos escolhidos para o Festival, os Coen s&atilde;o ainda os que possuem a maior bagagem, com sete filmes j&aacute; indicados &agrave; Palma de Ouro. Eles foram os vencedores h&aacute; 22 anos, com "Barton Fink".</p>
<p><span style="font-size: 13px;">A concorr&ecirc;ncia neste ano est&aacute; bastante acirrada. Fran&ccedil;ois Ozon, diretor franc&ecirc;s de "Jeune &amp; Jolie", volta a participar do Festival depois de 10 anos, quando apresentou o "Swimming Pool". </span></p>
<p><span style="font-size: 13px;">Desta vez, com uma tem&aacute;tica mais adulta, o seu novo romance mostra a vida de uma garota em quatro momentos diferentes de seu ano. Criador de filmes extremistas, Ozon &eacute; conhecido por seus longas pol&ecirc;micos, que exploram a sexualidade.&nbsp;</span></p>
<p>O festival deste ano mais uma vez n&atilde;o contar&aacute; com filmes brasileiros. O "Serra Pelada", de Heitor Dhalia, "Praia do Futuro", de Karin A&iuml;nouz e "Quando Eu Era Vivo", de Marco Dutra, n&atilde;o ficaram prontos a tempo de concorrerem. A &uacute;ltima vez que o Brasil disputou o pr&ecirc;mio foi h&aacute; cinco anos, com "Linha de Passe", de Walter Salles e Daniela Thomas.</p>]]></description>
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<media:title ><![CDATA['Gatsby’ chega a Cannes sob críticas, mas agradou nos EUA]]></media:title>
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<title>Santander é o banco com mais reclamações no BC em abril</title>
<link>http://brasileconomico.ig.com.br/noticias/santander-e-o-banco-com-mais-reclamacoes-no-bc-em-abril_132181.html</link>
<pubDate>Fri, 17 May 2013 17:28:00 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
<p><a href="http://brasileconomico.ig.com.br/noticias/santander-e-o-banco-com-mais-reclamacoes-no-bc-em-abril_132181.html"><img src="http://brasileconomico.ig.com.br/public/uploads/articles/foto_pagina/santander_bb_01.jpg" alt="Santander é o banco com mais reclamações no BC em abril" align="left" style='margin:0px 10px 5px 0px' /></a></p>No quarto mês do ano, 758 queixas atribuídas ao banco foram classificadas como procedentes.</p><br />
<p>Pelo terceiro m&ecirc;s consecutivo, o banco Santander liderou o ranking de queixas registradas no Banco Central (BC) no m&ecirc;s de abril. Em rela&ccedil;&atilde;o ao n&uacute;mero de clientes, a institui&ccedil;&atilde;o foi a que mais recebeu reclama&ccedil;&otilde;es entre os maiores bancos do pa&iacute;s. <br /><br />Vale lembrar que o levantamento considera apenas as institui&ccedil;&otilde;es que possuem carteiras de clientes que superam a barreira do 1 milh&atilde;o. <br /><br />De acordo com o estudo do BC, o Santander conta com 23.096.498 clientes no Brasil. No quarto m&ecirc;s do ano, 758 reclama&ccedil;&otilde;es atribu&iacute;das ao banco foram classificadas como procedentes. <br /><br />Para calcular o &iacute;ndice, a autoridade monet&aacute;ria divide o n&uacute;mero de reclama&ccedil;&otilde;es pelo n&uacute;mero de clientes e multiplica por 100 mil. No caso do Santander, o &iacute;ndice ficou em 3,28.<br /><br />Na sequ&ecirc;ncia, apareceram Banco do Brasil (&iacute;ndice 1,62), Ita&uacute; (1,31), HSBC (1,12) e Bradesco (0,98).</p>]]></description>
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<media:title ><![CDATA[Santander é o banco com mais reclamações no BC em abril]]></media:title>
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</item>
	<item>
<title>Marina economiza palavras e evita polêmica na balada</title>
<link>http://brasileconomico.ig.com.br/noticias/marina-economiza-palavras-e-evita-polemica-na-balada_132141.html</link>
<pubDate>Fri, 17 May 2013 10:00:00 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
<p><a href="http://brasileconomico.ig.com.br/noticias/marina-economiza-palavras-e-evita-polemica-na-balada_132141.html"><img src="http://brasileconomico.ig.com.br/public/uploads/articles/foto_pagina/marina_silva_be_04.jpg" alt="Marina economiza palavras e evita polêmica na balada" align="left" style='margin:0px 10px 5px 0px' /></a></p>Festa, que tinha como objetivo colher assinaturas em favor da criação da sua sigla, foi marcada por silêncio da ex-senadora; evento atraiu 1.100 pessoas e teve discurso firme dos artistas participantes.</p><br />
<p>Entrou muda e saiu calada. N&atilde;o h&aacute; melhor defini&ccedil;&atilde;o para o comportamento de Marina Silva durante evento organizado para colher mais assinaturas em favor da cria&ccedil;&atilde;o do seu partido, a Rede Sustentabilidade. Questionada sobre a postura, a ex-senadora atribuiu ao cansa&ccedil;o e &agrave; afonia o sil&ecirc;ncio diante dos rep&oacute;rteres.<br /><br />A l&iacute;der da Rede Sustentabilidade evitou falar sobre as pol&ecirc;micas em rela&ccedil;&atilde;o a Marcos Feliciano, presidente da Comiss&atilde;o dos Direitos Humanos e Minorias da C&acirc;mara Federal. Mais cedo, voltou a afirmar que o deputado federal do PSC deveria ser criticado por suas declara&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas equivocadas e n&atilde;o por ser evang&eacute;lico. "Eu vou continuar combatendo o preconceito. As pessoas do movimento LGBT (L&eacute;sbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) sabem o meu posicionamento".<br /><br />Marina tamb&eacute;m n&atilde;o quis comentar a declara&ccedil;&atilde;o de que seria contra a presen&ccedil;a de Feliciano na presid&ecirc;ncia do Colegiado. Em nota &agrave; imprensa, a assessoria da ex-senadora considerou que ela foi interpretada de maneira equivocada em suas recentes declara&ccedil;&otilde;es e que o posicionamento nada mais foi que uma tentativa de dissociar as "declara&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas equivocadas da op&ccedil;&atilde;o religiosa de Feliciano".<br /><br />De acordo com Fabio Dias, gerente do Cine Joia, local escolhido como cen&aacute;rio para o show do partido, aproximadamente 1.100 pessoas passaram pelo evento. Com a casa cheia, estimou aus&ecirc;ncia de cerca de 8% dos que compraram ingressos para a festa, que incluiu shows de Adriana Calcanhoto, Nando Reis e Arnaldo Antunes.<br /><br />Entre uma can&ccedil;&atilde;o e outra, Adriana relembrou os tempo em que militava pelo PT e afirmou ter se decepcionado com a legenda de Luiz In&aacute;cio Lula da Silva e da presidente Dilma Rousseff. A cantora atribuiu a Marina o fato de estar revivendo a esperan&ccedil;a de ver a melhora do pa&iacute;s no curto prazo. "Estou apoiando essa candidatura, quero contribuir para que a Rede consiga o n&uacute;mero de assinaturas para a sua cria&ccedil;&atilde;o. Eu sonho com o momento em que Dilma estar&aacute; passando a faixa presidencial para Marina". <br /><br />O discurso otimista foi replicado por Reis, que considerou que estar no evento era uma escolha individual e n&atilde;o como pessoa p&uacute;blica. O cantor disse que n&atilde;o medir&aacute; esfor&ccedil;os para angariar apoio para o estabelecimento da Rede de Sustentabilidade.  <br /> <br />Mesmo af&ocirc;nica, Marina subiu ao palco e distribui elogios aos artistas que apoiaram a festa. "Hoje tem pessoas maravilhosas que est&atilde;o ofertando ao nosso futuro partido o que elas t&ecirc;m de mais importante: a sua arte. Este &eacute; o momento de ouvir o discurso por meio da m&uacute;sica. Para mim, a arte e a pol&iacute;tica se encontram. Que a m&uacute;sica e a arte de voc&ecirc;s possam chegar &agrave;s &aacute;guas mais profundas para que a nossa rede de sustentabilidade possa pescar".<br /><br />Aliado de Marina, o vereador Ricardo Young, do PPS, reafirmou que a cria&ccedil;&atilde;o do partido deve ser oficializada para garantir um ambiente pol&iacute;tico ainda mais democr&aacute;tico no pa&iacute;s.</p>]]></description>
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<title>“A base do PSDB está desconectada”, diz Aécio</title>
<link>http://brasileconomico.ig.com.br/noticias/a-base-do-psdb-esta-desconectada-diz-aecio_132170.html</link>
<pubDate>Fri, 17 May 2013 14:32:00 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
<p><a href="http://brasileconomico.ig.com.br/noticias/a-base-do-psdb-esta-desconectada-diz-aecio_132170.html"><img src="http://brasileconomico.ig.com.br/public/uploads/articles/foto_pagina/Aecio_Neves_Candidato_PSDB_Senado_Minas_Gerais_be_01.jpg" alt="“A base do PSDB está desconectada”, diz Aécio" align="left" style='margin:0px 10px 5px 0px' /></a></p>Prestes a ser eleito presidente nacional da sigla, senador mineiro fala com exclusividade ao Brasil Econômico.</p><br />
<p>O senador mineiro A&eacute;cio Neves vive a expectativa de ser eleito amanh&atilde; por unanimidade presidente nacional do PSDB. Ele espera que os principais dirigentes do partido em &acirc;mbito nacional estejam presentes na conven&ccedil;&atilde;o tucana, que ser&aacute; realizada em Bras&iacute;lia. <br /><br />O ex-governador Jos&eacute; Serra, que vinha fazendo mist&eacute;rio sobre sua participa&ccedil;&atilde;o, deve comparecer. <br /><br />Ao <strong>Brasil Econ&ocirc;mico</strong>, A&eacute;cio afirmou que seu principal objetivo como dirigente da sigla &eacute; profissionalizar a gest&atilde;o. <br /><br />"O PSDB era uma anarquia. Vamos profissionalizar a comunica&ccedil;&atilde;o, investir nas redes sociais e iniciar um movimento de conex&atilde;o com a sociedade. Vamos nos aproximar dos movimentos negro, ambiental e sindical". <br /><br />Ainda segundo o ex-governador mineiro, o partido precisa de uma linguagem &uacute;nica. "A base do PSDB hoje &eacute; desconectada. Vamos criar uma agenda com metas de filia&ccedil;&atilde;o e ades&atilde;o. Vamos conectar o partido em rede".<br /><br />O senador evitou falar sobre a sua poss&iacute;vel candidatura presidencial em 2014 e disse que esse tema fica para depois do carnaval do ano que vem.</p>]]></description>
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<title>Com alta da Selic, dólar não controla mais a inflação</title>
<link>http://brasileconomico.ig.com.br/noticias/com-alta-da-selic-dolar-nao-controla-mais-a-inflacao_132166.html</link>
<pubDate>Fri, 17 May 2013 13:23:00 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
<p><a href="http://brasileconomico.ig.com.br/noticias/com-alta-da-selic-dolar-nao-controla-mais-a-inflacao_132166.html"><img src="http://brasileconomico.ig.com.br/public/uploads/articles/foto_pagina/banco_central_do_brasil_01.jpg" alt="Com alta da Selic, dólar não controla mais a inflação" align="left" style='margin:0px 10px 5px 0px' /></a></p>Moeda americana marca quarta alta seguida frente ao Real neste último pregão da semana, e rompe o patamar de R$ 2,03.</p><br />
<p>Dados bem acima das expectativas referentes &agrave; maior economia do globo refor&ccedil;am a percep&ccedil;&atilde;o entre os agentes de mercado de que o Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos, pode reduzir os est&iacute;mulos econ&ocirc;micos na regi&atilde;o.</p>
<p>Essa hip&oacute;tese &eacute; a principal respons&aacute;vel pela recente sequ&ecirc;ncia de alta do d&oacute;lar frente ao Real, que chega nesta sexta-feira (17/5) a quarta sess&atilde;o consecutiva de valoriza&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>H&aacute; pouco a divisa dos Estados Unidos avan&ccedil;ava 0,59%, e era negociada a R$ 2,040 para venda.</p>
<p>O Dollar Index, &iacute;ndice que mede a varia&ccedil;&atilde;o do d&oacute;lar contra uma cesta de divisas, subia 0,80%.</p>
<p>"Essa &eacute; a mais longa sequ&ecirc;ncia de valoriza&ccedil;&atilde;o desde a segunda quinzena de mar&ccedil;o. A quest&atilde;o da infla&ccedil;&atilde;o que sempre preocupou parece n&atilde;o estar alertando o governo, o Banco Central (BC) n&atilde;o deu indica&ccedil;&atilde;o de que vai entrar vendendo", afirma Fernando Bergallo, gerente de c&acirc;mbio da Tov Corretora. "A autoridade n&atilde;o deu nenhum sinal disso, at&eacute; porque est&aacute; usando a taxa de juros", emenda o especialista.</p>
<p>Na vis&atilde;o de Bergallo, caso o BC n&atilde;o d&ecirc; nenhum sinal de que ir&aacute; coibir a trajet&oacute;ria ascendente na cota&ccedil;&atilde;o da moeda americana, a tend&ecirc;ncia &eacute; de que o c&acirc;mbio dom&eacute;stico opera na casa dos R$ 2,05 na semana que vem.</p>
<p><strong>Juros</strong></p>
<p>No mercado de juros futuros da BM&amp;FBovespa, a curva, que j&aacute; subiu expressivamente na v&eacute;spera ap&oacute;s declara&ccedil;&otilde;es do presidente do BC, Alexandre Tombini, mant&eacute;m o movimento nesta sexta, com a percep&ccedil;&atilde;o de que o Fed pode reduzir os est&iacute;mulos da economia, e, mais &agrave; frente, iniciar um aumento de sua taxa.</p>
<p>A valoriza&ccedil;&atilde;o do d&oacute;lar tamb&eacute;m contribui para o aumento dos pr&ecirc;mios embutidos nos DIs.</p>
<p>Mais negociado, com giro de R$ 66,406 bilh&otilde;es, o contrato de Dep&oacute;sito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2014 subia de 8,06% para 8,12%, enquanto o para janeiro de 2015 avan&ccedil;ava de 8,46% para 8,54%, com volume de R$ 28,537 bilh&otilde;es.</p>]]></description>
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<title>BCE: Alemanha crescerá com mais força no 2º trimestre</title>
<link>http://brasileconomico.ig.com.br/noticias/bce-alemanha-crescera-com-mais-forca-no-2-trimestre_132163.html</link>
<pubDate>Fri, 17 May 2013 12:20:00 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
<p><a href="http://brasileconomico.ig.com.br/noticias/bce-alemanha-crescera-com-mais-forca-no-2-trimestre_132163.html"><img src="http://brasileconomico.ig.com.br/public/uploads/articles/foto_pagina/bandeira_alemanha_afp_02.jpg" alt="BCE: Alemanha crescerá com mais força no 2º trimestre" align="left" style='margin:0px 10px 5px 0px' /></a></p>Após crescimento modestos nos três primeiros meses do ano, membro do BCE aposta em expansão mais consistente entre abril e junho.</p><br />
<p>O membro do Conselho Executivo do Banco Central Europeu (BCE) Joerg Asmussen disse nesta sexta-feira (17/5) que o crescimento alem&atilde;o ir&aacute; acelerar no segundo trimestre de 2013.</p>
<p>Dados divulgados nesta semana mostraram que a economia da Alemanha cresceu 0,1% nos tr&ecirc;s primeiros meses deste ano, escapando por pouco da recess&atilde;o.</p>
<p>"Eu acho que h&aacute; boas raz&otilde;es para acreditar que o segundo trimestre ser&aacute; melhor do que o primeiro", afirmou Asmussen em evento para jornalistas estrangeiros em Berlim.</p>
<p>Asmussen disse que a Alemanha precisa buscar reformas no sistema de educa&ccedil;&atilde;o, fornecimento de energia, infraestrutura, mudan&ccedil;as demogr&aacute;ficas, no sistema de impostos e no aumento da igualdade de renda.</p>
<p>&copy; Thomson Reuters 2013 All rights reserved.</p>]]></description>
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